O Tribunal de Justiça confirmou que o deputado federal Dagoberto Nogueira (PDT) é elegível ao julgar recurso no processo em que o parlamentar foi condenado ao pagamento de uma multa. Segundo decisão do dia 1º de julho do desembargador Paulo Alfeu Puccinelli, “indefere-se o pedido de atribuição de efeito suspensivo, porque a condenação não suspendeu, de forma explícita, os direitos políticos de recorrente”.
Em outro trecho, o desembargador justifica que “por fim, porque o próprio Tribunal Superior eleitoral, através de liminar concedida por decisão monocrática na AC nº 142085/RJ, suspendeu os efeitos de inelegibilidade em caso em que esta foi explicitamente objeto de determinação, porque o julgado ocorreu antes da publicação da LC nº 135/2010, como é, também o caso dos autos”.
Dagoberto Nogueira disse, nesta segunda-feira (5), ao saber da decisão da 5ª Turma Cível do Tribunal do TJ/MS, que sempre confiou na Justiça. “Sou ficha limpa e tenho a cara limpa. Ao contrário, daqueles que tentaram, através de manobras escusas, sujar todos esses anos de trabalho”, comentou Dagoberto para explicar que, como deputado federal, foi um dos que mais trabalharam para a votação em regime de urgência do projeto Ficha Limpa.
"Agora temos que lutar pelo fim do foro privilegiado e da imunidade para que esse tipo de gente suja, que se considera político, saia de cena”, disse. Ainda, segundo o parlamentar, “não há efeito de inelegibilidade, porque nunca pratiquei nenhum crime”.
O recurso julgado pelo Tribunal de Justiça se refere ao processo sobre um informe educativo feito na época em que Dagoberto era secretário de Justiça e Segurança Pública. Dagoberto registrou sua candidatura nesta tarde de segunda-feira no Tribunal Regional Eleitoral.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Valter Pereira diz no Senado que as Assembléias Legislativas ‘blindam’ governadores denunciados
O senador Valter Pereira, do PMDB, em discurso no Senado, na tarde desta quarta-feira, criticou as Assembleias Legislativas que, segundo ele, protegem os governadores que respondem ações penais, e, com isso, eles ficam “livres do processo, livres da condenação e, portanto, fora do alcance da Lei da Ficha Limpa [lei que tira do páreo eleitoral candidatos sentenciados]”. Sem citar o nome, o parlamentar atinge indiretamente o governador André Puccinelli, também peemedebista, candidato à reeleição.
É que Puccinelli foi denunciado e o processo foi conduzido ao STJ (Superior Tribunal de Justiça), mas a questão foi suspensa porque a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, no fim do ano passado, impediu que a investigação seguisse. Pelas regras estaduais, o governador só vira réu em processo com prévia autorização das Assembleias.
A denúncia contra Puccinelli no STJ corre em segredo de justiça. Note trecho do discurso do senador, ao comentar a blindagem dos governadores ao que ele chamou de regalia inaceitável: “nem a mais peluda das denúncias tem o condão de manchar a ficha dos governantes”, afirmou.
Com a blindagem os governadores foram contemplados pela imunidade funcional, processo contra eles virou peça de ficção”, discursou o senador.
Texto publicado hoje à tarde no site do Senado, afirma que Valter Pereira ressaltou no discurso que o "favor" dado pelas constituições estaduais aos governadores usurpa poderes da União e que a imunidade equivale a um "alvará para a rapinagem".
O assunto é tão grave, segundo ele, que o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, propôs no Supremo Tribunal Federal (STF) ação questionando esses dispositivos das constituições estaduais.
O senador lembrou ainda que o Congresso Nacional "cortou na própria carne" e, em 2001, aprovou a Emenda Constitucional 35, acabando com a imunidade dos parlamentares. A mesma providência, destacou, precisa ser adotada em relação aos governadores.
Não é o primeiro ataque do senador destinado a Puccinelli. Mês passado, também da tribuna do Senado, Valter Pereira chamou o governador de “autoritário” e ainda o acusou de usar a máquina para favorecer o deputado federal Waldemir Moka nas prévias do partido. Moka, com o apoio dos principais líderes do PMDB, venceu a disputa e hoje é candidato do partido. Já o senador ficou fora das eleições de outubro.(com informações da assessoria do Senado).
É que Puccinelli foi denunciado e o processo foi conduzido ao STJ (Superior Tribunal de Justiça), mas a questão foi suspensa porque a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, no fim do ano passado, impediu que a investigação seguisse. Pelas regras estaduais, o governador só vira réu em processo com prévia autorização das Assembleias.
A denúncia contra Puccinelli no STJ corre em segredo de justiça. Note trecho do discurso do senador, ao comentar a blindagem dos governadores ao que ele chamou de regalia inaceitável: “nem a mais peluda das denúncias tem o condão de manchar a ficha dos governantes”, afirmou.
Com a blindagem os governadores foram contemplados pela imunidade funcional, processo contra eles virou peça de ficção”, discursou o senador.
Texto publicado hoje à tarde no site do Senado, afirma que Valter Pereira ressaltou no discurso que o "favor" dado pelas constituições estaduais aos governadores usurpa poderes da União e que a imunidade equivale a um "alvará para a rapinagem".
O assunto é tão grave, segundo ele, que o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, propôs no Supremo Tribunal Federal (STF) ação questionando esses dispositivos das constituições estaduais.
O senador lembrou ainda que o Congresso Nacional "cortou na própria carne" e, em 2001, aprovou a Emenda Constitucional 35, acabando com a imunidade dos parlamentares. A mesma providência, destacou, precisa ser adotada em relação aos governadores.
Não é o primeiro ataque do senador destinado a Puccinelli. Mês passado, também da tribuna do Senado, Valter Pereira chamou o governador de “autoritário” e ainda o acusou de usar a máquina para favorecer o deputado federal Waldemir Moka nas prévias do partido. Moka, com o apoio dos principais líderes do PMDB, venceu a disputa e hoje é candidato do partido. Já o senador ficou fora das eleições de outubro.(com informações da assessoria do Senado).
Deputado diz que governo Puccinelli ‘perdeu’ R$ 50 milhões em aplicação financeira
O balanço anual do governo do Estado provocou acusações contra o governador André Puccinelli (PMDB) na sessão de hoje na Assembléia Legislativa. O levantamento indica que o governo fechou 2009 com R$ 1,3 bilhão aplicado no mercado financeiro e, ainda assim, recorreu a um empréstimo de R$ 600 milhões, operação que terá de quitar com juros.
A sobra em caixa e a maneira como o dinheiro tem sido aplicado foi duramente criticado pelo deputado Paulo Duarte, do PT.
De acordo com o parlamentar, ele solicita desde o início do ano informações sobre a saúde financeira do Estado, mas, segundo ele, o governo tem se esquivado.
“O que me deram [governo] foram cópias do Diário Oficial, um calhamaço de papéis, e a informação que pedi encheria apenas meia página de uma folha. Quero saber quanto o governo arrecadou quanto sobrou no caixa, o que tem sido feito, apenas isso”, cobrou ele.
O deputado levou hoje para a tribuna o balanço anual produzido pelo governo, estudo que ainda deve ser apreciado pelos deputados.
Duarte disse que quer saber a razão de o governo ter R$ 1,3 bilhão em caixa e deixar de reformar uma ponte, por exemplo. “Como pode um governo com dinheiro em caixa não atender as demandas? Fui à Secretaria de Fazenda outro dia e lá não havia nem caneta, como pode isso?” questionou o parlamentar.
De acordo com o balanço do Estado, lido pelo parlamentar na sessão de hoje, o R$ 1,3 bilhão, dinheiro sobrado no caixa do governo no ano passado, teria rendido até agora R$ 82 milhões por meio de aplicações financeiras.
Já pelos cálculos do parlamentar, a fortuna poupada renderia “se bem aplicado”, segundo ele, algo em torno de R$ 132 milhões ao Estado.
“Notem [deputados] que a aplicação do governo deixou de captar R$ 50 milhões do mercado financeiro. É isso que o meu requerimento pede, o que o governo arrecada, onde aplica como aplica...”, que questionou ainda: "cá para nós, uma família, um investidor emprestaria R$ 600 milhões sabendo que teria de pagar juros depois se tivessem R$ 1,3 bilhão em caixa?"
O discurso de Paulo Duarte foi interrompido por dois parlamentares ligados ao governo, Junior Mocchi, e Carlos Marum, ambos peemedebistas. A justificativa dos dois parlamentares: que Puccinelli administra os recursos com seriedade e só toca as obras quando tem certeza que o dinheiro está em caixa.
Paulo Duarte concluiu seu discurso dizendo que vai formular requerimento pedindo de novo as informações sobre a saúde do Estado.
A sobra em caixa e a maneira como o dinheiro tem sido aplicado foi duramente criticado pelo deputado Paulo Duarte, do PT.
De acordo com o parlamentar, ele solicita desde o início do ano informações sobre a saúde financeira do Estado, mas, segundo ele, o governo tem se esquivado.
“O que me deram [governo] foram cópias do Diário Oficial, um calhamaço de papéis, e a informação que pedi encheria apenas meia página de uma folha. Quero saber quanto o governo arrecadou quanto sobrou no caixa, o que tem sido feito, apenas isso”, cobrou ele.
O deputado levou hoje para a tribuna o balanço anual produzido pelo governo, estudo que ainda deve ser apreciado pelos deputados.
Duarte disse que quer saber a razão de o governo ter R$ 1,3 bilhão em caixa e deixar de reformar uma ponte, por exemplo. “Como pode um governo com dinheiro em caixa não atender as demandas? Fui à Secretaria de Fazenda outro dia e lá não havia nem caneta, como pode isso?” questionou o parlamentar.
De acordo com o balanço do Estado, lido pelo parlamentar na sessão de hoje, o R$ 1,3 bilhão, dinheiro sobrado no caixa do governo no ano passado, teria rendido até agora R$ 82 milhões por meio de aplicações financeiras.
Já pelos cálculos do parlamentar, a fortuna poupada renderia “se bem aplicado”, segundo ele, algo em torno de R$ 132 milhões ao Estado.
“Notem [deputados] que a aplicação do governo deixou de captar R$ 50 milhões do mercado financeiro. É isso que o meu requerimento pede, o que o governo arrecada, onde aplica como aplica...”, que questionou ainda: "cá para nós, uma família, um investidor emprestaria R$ 600 milhões sabendo que teria de pagar juros depois se tivessem R$ 1,3 bilhão em caixa?"
O discurso de Paulo Duarte foi interrompido por dois parlamentares ligados ao governo, Junior Mocchi, e Carlos Marum, ambos peemedebistas. A justificativa dos dois parlamentares: que Puccinelli administra os recursos com seriedade e só toca as obras quando tem certeza que o dinheiro está em caixa.
Paulo Duarte concluiu seu discurso dizendo que vai formular requerimento pedindo de novo as informações sobre a saúde do Estado.
Confira a lista dos candidatos do PT, PMDB, PSDB, PP, PTB, PSOL e DEM
O partido dos trabalhadores registrou ontem a candidatura de 8 candidatos a deputados estaduais e 19 postulantes a uma vaga na Câmara Federal.
Confira abaixo a lista de nomes fornecida pelo partido.
Deputados Federais
João Batista dos Santos
Carlos Alberto Machado
Elias Ishy de Matos
Antonio Carlos Biffi
Vander Luiz dos Santos Loubet
Iara Neves de Souza
Vicente de Souza Lichoti
Delari Maria Bottega Ebeling
Deputados Estaduais
Amarildo Valdo da Cruz
Paula Gonçalves Centurion
Humberto C. R. Amaducci
Pedro Luiz Teruel
José Laerte Cecílio Tetila
Thais Helena
Vilma Brito da Silva Leal
Mario Alberto Kruger
Alexandre Júnior Costa
Paulo Roberto Duarte
Walquiria Menezes Moraes
Paulo Cesar Benites
Dirceu Aparecido Longhi
Regina Célia Dan
Pedro C. Kemp Gonçalves
Gilmar Garcia Tosta
Cipriano Mendes Costa
José Almi Pereira Moura
João Francisco dos S. Neto
Com maior número de postulantes a Câmara Federal e à Assembleia Legislativa, o PMDB registrou a candidatura de 26 postulantes ao poder legislativo. São 9 candidatos a deputado federal e 17 a uma vaga na AL.
Confira a lista dos candidatos conforme informado pelos partidos.
Deputados Federais
Akira Otsubo
Esacheu Nascimento
Fabio Trad
Geraldo Rezende
Marçal Goncalves Leite Filho
Roberto Hashioka Soller
Josenita Cabral Silva
Raimunda Luzia de Brito
Zenaide de Souza Ferreira
Deputados Estaduais
Carlos Eduardo Xavier Marum
Jerson Domingos
João Eduardo Barbosa Rocha
José Cassiano Leite Neto
Marcos Marcelo Trad
Mauricio Picarelli
Oseias Ohara de Oliveira
Oswaldo Mocchi Junior
Robson Leiria Martins
Waldermir Poppi
Youssef Assis Domingos
Elizabeth Felix da Silva Caravalho
Iria Lucia de Oliveira Flores
Maria Campos Mendes
Maria José Vieira
Maria Mileni Badeka da Costa
Rosemeire Pinto Benze
Socialistas do PSOL registram candidaturas no Tribunal Regional Eleitoral e apresenta 3 candidatos a deputado estadual e 7 candidatos a deputado federal. No total, são 10 postulantes às vagas no poder legislativo.
Confira a lista dos candidatos conforme informado pelos partidos.
Deputados Federais
Moacir Barbosa
Márcio Benites,
George Motoqueiro
Deputados Estaduais
Aparecido Santos
Francisco Eduardo
Daniel Bignard
Rubens Guinozzi
José Araújo
Antonio João Scherer
Antonio Vermieiro
Os democratas registraram ontem a candidatura de 4 candidatos a deputados federais e 7 deputados estaduais no Tribunal Regional Eleitoral. Ao todo, são 11 postulantes às vagas nos poderes legislativos.
Confira a lista dos candidatos conforme informado pelos partidos.
Deputados Federais
Sergio Nogueira
Ademir Oziro
Luis Henrique Mandetta
Silvana Aparecida Tolo
Deputados Estaduais
José Teixeira
Luis Akira Otsubo
Marcelo Barros
Rubens Dantas
Sidley Alves
Modesta Echeverria
Valdeci Correa da Silva
O PTB entregou o registro de candidatura ontem no Tribunal Regional Eleitoral com os nomes dos candidatos a deputados estaduais e federais pelo partido.
Confira a lista dos candidatos conforme informado pelos partidos.
Deputados Federais:
Sergio Louzada
Ionaldo Arce
Alberto Guimarães
Jorge Nigres
Sebastião Ronei
Idalino dos Santos
Marlene Rivarola
Edinete Benedita Justino
Deputados Estaduais
Adautro Albinelli
José Miguel
Deise de Marques
Sidney Correa
Ramão Lima
Marcos Espinosa
Laudir de Almeida
Professor Rolin
Carlos Eusébio “Guará”
Raquel Gonçalves
Nair Mel
Vera Marche
Manuela Guimarães
Segundo o partido, algumas candidatura ainda não foram registradas, serão feitas posteriormente, aproveitando o prazo do TER. São eles:
Luizinho Tenório
Claudinei da Silva
Doutor Zinho
Com apenas um postulante para a Câmara Federal e 10 candidatos registrados para deputados estaduais, o os progressistas registraram ontem candidatura no Tribunal Regional Eleitoral.
Confira a lista dos candidatos conforme informado pelos partidos.
Deputados Federais
Antonio Cruz
Deputados Estaduais
Alcides Bernal
Augusto Ferreira da Cruz
Lídio Nogueira Lopes
Ricardo Pastor Franco
Sebastião de Souza Alves
Pedro Antunes Braga
Luis Carlos Santille
Marinete Aparecida da Silva
Maria do Socorro Zózimo da Silva
Etelvina Vitorino Sobrinho
Os tucanos registraram ontem os candidatos a deputado estadual e federal do partido. Foram entregues os registros de candidatura de 15 deputados estaduais e 5 postulantes à vaga na Câmara Federal.
Confira abaixo a lista de nomes fornecida pelo partido.
Deputados Federais
Antonio Juliano
Caio Augusto
Jorginho do Gás
Reinaldo Azambunja
Simone Silva
Deputado Estadual
Ary Rigo
Celso Cavalheiro
Cleomar Antonio Monaco
Eduardo Augusto Raslan
Elenilton Dutra
Marcio Monteiro
Mauro Costa
Onevan de Matos
Rinaldo Modesto
Wilson Francisco
Aida machado
Andrea Miranda
Dione Hashioka
Dulce Manoso
Reneea Luci
Rosimeire Fernandes
Confira abaixo a lista de nomes fornecida pelo partido.
Deputados Federais
João Batista dos Santos
Carlos Alberto Machado
Elias Ishy de Matos
Antonio Carlos Biffi
Vander Luiz dos Santos Loubet
Iara Neves de Souza
Vicente de Souza Lichoti
Delari Maria Bottega Ebeling
Deputados Estaduais
Amarildo Valdo da Cruz
Paula Gonçalves Centurion
Humberto C. R. Amaducci
Pedro Luiz Teruel
José Laerte Cecílio Tetila
Thais Helena
Vilma Brito da Silva Leal
Mario Alberto Kruger
Alexandre Júnior Costa
Paulo Roberto Duarte
Walquiria Menezes Moraes
Paulo Cesar Benites
Dirceu Aparecido Longhi
Regina Célia Dan
Pedro C. Kemp Gonçalves
Gilmar Garcia Tosta
Cipriano Mendes Costa
José Almi Pereira Moura
João Francisco dos S. Neto
Com maior número de postulantes a Câmara Federal e à Assembleia Legislativa, o PMDB registrou a candidatura de 26 postulantes ao poder legislativo. São 9 candidatos a deputado federal e 17 a uma vaga na AL.
Confira a lista dos candidatos conforme informado pelos partidos.
Deputados Federais
Akira Otsubo
Esacheu Nascimento
Fabio Trad
Geraldo Rezende
Marçal Goncalves Leite Filho
Roberto Hashioka Soller
Josenita Cabral Silva
Raimunda Luzia de Brito
Zenaide de Souza Ferreira
Deputados Estaduais
Carlos Eduardo Xavier Marum
Jerson Domingos
João Eduardo Barbosa Rocha
José Cassiano Leite Neto
Marcos Marcelo Trad
Mauricio Picarelli
Oseias Ohara de Oliveira
Oswaldo Mocchi Junior
Robson Leiria Martins
Waldermir Poppi
Youssef Assis Domingos
Elizabeth Felix da Silva Caravalho
Iria Lucia de Oliveira Flores
Maria Campos Mendes
Maria José Vieira
Maria Mileni Badeka da Costa
Rosemeire Pinto Benze
Socialistas do PSOL registram candidaturas no Tribunal Regional Eleitoral e apresenta 3 candidatos a deputado estadual e 7 candidatos a deputado federal. No total, são 10 postulantes às vagas no poder legislativo.
Confira a lista dos candidatos conforme informado pelos partidos.
Deputados Federais
Moacir Barbosa
Márcio Benites,
George Motoqueiro
Deputados Estaduais
Aparecido Santos
Francisco Eduardo
Daniel Bignard
Rubens Guinozzi
José Araújo
Antonio João Scherer
Antonio Vermieiro
Os democratas registraram ontem a candidatura de 4 candidatos a deputados federais e 7 deputados estaduais no Tribunal Regional Eleitoral. Ao todo, são 11 postulantes às vagas nos poderes legislativos.
Confira a lista dos candidatos conforme informado pelos partidos.
Deputados Federais
Sergio Nogueira
Ademir Oziro
Luis Henrique Mandetta
Silvana Aparecida Tolo
Deputados Estaduais
José Teixeira
Luis Akira Otsubo
Marcelo Barros
Rubens Dantas
Sidley Alves
Modesta Echeverria
Valdeci Correa da Silva
O PTB entregou o registro de candidatura ontem no Tribunal Regional Eleitoral com os nomes dos candidatos a deputados estaduais e federais pelo partido.
Confira a lista dos candidatos conforme informado pelos partidos.
Deputados Federais:
Sergio Louzada
Ionaldo Arce
Alberto Guimarães
Jorge Nigres
Sebastião Ronei
Idalino dos Santos
Marlene Rivarola
Edinete Benedita Justino
Deputados Estaduais
Adautro Albinelli
José Miguel
Deise de Marques
Sidney Correa
Ramão Lima
Marcos Espinosa
Laudir de Almeida
Professor Rolin
Carlos Eusébio “Guará”
Raquel Gonçalves
Nair Mel
Vera Marche
Manuela Guimarães
Segundo o partido, algumas candidatura ainda não foram registradas, serão feitas posteriormente, aproveitando o prazo do TER. São eles:
Luizinho Tenório
Claudinei da Silva
Doutor Zinho
Com apenas um postulante para a Câmara Federal e 10 candidatos registrados para deputados estaduais, o os progressistas registraram ontem candidatura no Tribunal Regional Eleitoral.
Confira a lista dos candidatos conforme informado pelos partidos.
Deputados Federais
Antonio Cruz
Deputados Estaduais
Alcides Bernal
Augusto Ferreira da Cruz
Lídio Nogueira Lopes
Ricardo Pastor Franco
Sebastião de Souza Alves
Pedro Antunes Braga
Luis Carlos Santille
Marinete Aparecida da Silva
Maria do Socorro Zózimo da Silva
Etelvina Vitorino Sobrinho
Os tucanos registraram ontem os candidatos a deputado estadual e federal do partido. Foram entregues os registros de candidatura de 15 deputados estaduais e 5 postulantes à vaga na Câmara Federal.
Confira abaixo a lista de nomes fornecida pelo partido.
Deputados Federais
Antonio Juliano
Caio Augusto
Jorginho do Gás
Reinaldo Azambunja
Simone Silva
Deputado Estadual
Ary Rigo
Celso Cavalheiro
Cleomar Antonio Monaco
Eduardo Augusto Raslan
Elenilton Dutra
Marcio Monteiro
Mauro Costa
Onevan de Matos
Rinaldo Modesto
Wilson Francisco
Aida machado
Andrea Miranda
Dione Hashioka
Dulce Manoso
Reneea Luci
Rosimeire Fernandes
domingo, 27 de junho de 2010
Depois de faltar convenção do PMDB, Valter vai à do PDT
Depois de romper com o governador André Puccinelli e se rebelar contra seu próprio partido, o senador Valter Pereira chegou há pouco à convenção do PDT, partido que apoiará Zeca do PT nas eleições deste ano.
Ele fo anunciado pelo cerimonial do evento como “uma surpresa agradável”. Valter não foi nem mesmo à convenção do PMDB, no sábado.
Valter está sentado na mesa de autoridades, junto com o deputado federal Dagoberto Nogueira, que será referendado hoje como candidato a senador na chapa do PT, e do candidato petista à reeleição, Delcídio do Amaral.
Após perder a prévia interna para o Senado, da qual o deputado Waldemir Moka saiu vitorioso, Valter se rebelou e quase deixou o PMDB. Chegou a receber diversos convites de outras legendas, mas permaneceu no partido como dissidente.
No mês passado, após várias evidencias de que deixaria o PMDB, Valter discursou no Senado e anunciou um rompimento com o governador André Puccinelli, contra quem fez várias acusações.
Agora, aparece na convenção do partido que estará na coligação rival de André.
O evento político atraiu pelo menos 3 mil pessoas, segundo os organizadores.
Entre elas, o ex-governador Zeca do PT, candidato ao governo na chapa apoiada pelo PDT, e sua esposa Gilda Maria dos Santos, que será suplente de Dagoberto.
Também estão presentes nove prefeitos do PDT. A exceção é Ari Artuzi, de Dourados, que decidiu apoiar o governador André Puccinelli em sua reeleição.
Ele fo anunciado pelo cerimonial do evento como “uma surpresa agradável”. Valter não foi nem mesmo à convenção do PMDB, no sábado.
Valter está sentado na mesa de autoridades, junto com o deputado federal Dagoberto Nogueira, que será referendado hoje como candidato a senador na chapa do PT, e do candidato petista à reeleição, Delcídio do Amaral.
Após perder a prévia interna para o Senado, da qual o deputado Waldemir Moka saiu vitorioso, Valter se rebelou e quase deixou o PMDB. Chegou a receber diversos convites de outras legendas, mas permaneceu no partido como dissidente.
No mês passado, após várias evidencias de que deixaria o PMDB, Valter discursou no Senado e anunciou um rompimento com o governador André Puccinelli, contra quem fez várias acusações.
Agora, aparece na convenção do partido que estará na coligação rival de André.
O evento político atraiu pelo menos 3 mil pessoas, segundo os organizadores.
Entre elas, o ex-governador Zeca do PT, candidato ao governo na chapa apoiada pelo PDT, e sua esposa Gilda Maria dos Santos, que será suplente de Dagoberto.
Também estão presentes nove prefeitos do PDT. A exceção é Ari Artuzi, de Dourados, que decidiu apoiar o governador André Puccinelli em sua reeleição.
Valter sobe no palanque de Dilma e pode apoiar Dagoberto
O senador Valter Pereira (PMDB) disse nesta manhã que vai subir no palanque de Dilma Roussef à presidência da República, mas negou que isso signifique apoio a Zeca do PT em Mato Grosso do Sul.
Depois de faltar à convenção de seu partido, de sentar na mesa de autoridades do PDT, que está na coligação rival ao PMDB, o senador Valter Pereira disse, nesta manhã, que vai subir no palanque da candidata petista, Dilma Roussef, à presidência da República.
Apesar de tantas evidências de que decidiu rebelar-se contra o seu partido na disputa estadual, o senador negou que isso signifique que vá pedir votos para o candidato Zeca do PT. Segundo ele, o apoio a Dilma segue o que o PMDB decidiu em nível nacional.
O senador disse que não sobe no palanque de André Puccinelli, alegando que seria uma incoerência após o discurso de rompimento que fez no Senado.
Sobre a disputa para o Senado, da qual foi tirado em benefício do deputado federal Waldemir Moka, Valter disse que ainda está analisando seu apoio a Dagoberto Nogueira.
Segundo Valter, sua ida até o evento político do PDT foi em “homenagem a um amigo”. Ele lembrou que Dagoberto foi seu chefe de gabinete quando era deputado.
Depois de faltar à convenção de seu partido, de sentar na mesa de autoridades do PDT, que está na coligação rival ao PMDB, o senador Valter Pereira disse, nesta manhã, que vai subir no palanque da candidata petista, Dilma Roussef, à presidência da República.
Apesar de tantas evidências de que decidiu rebelar-se contra o seu partido na disputa estadual, o senador negou que isso signifique que vá pedir votos para o candidato Zeca do PT. Segundo ele, o apoio a Dilma segue o que o PMDB decidiu em nível nacional.
O senador disse que não sobe no palanque de André Puccinelli, alegando que seria uma incoerência após o discurso de rompimento que fez no Senado.
Sobre a disputa para o Senado, da qual foi tirado em benefício do deputado federal Waldemir Moka, Valter disse que ainda está analisando seu apoio a Dagoberto Nogueira.
Segundo Valter, sua ida até o evento político do PDT foi em “homenagem a um amigo”. Ele lembrou que Dagoberto foi seu chefe de gabinete quando era deputado.
CONVENÇÃO DO PDT
Em convenção de rival, Valter Pereira diz que não sobe em palanque de Puccinelli
O senador Valter Pereira depois de não comparecer ontem á convenção do seu partido, o PMDB, e ter aparecido na manhã de hoje na convenção do PDT, rival de seu partido nas eleições estaduais desse ano, disse que não subirá no palanque de André Puccinelli na campanha para o governo estadual.
O senador rompeu com Puccinelli desde as prévias que indicaram o pré-candidato ao Senado. Ele concorreu à vaga com o deputado federal Waldemir Moka, que venceu a disputa com a ajuda dos principais líderes do partido, incluindo o governador. Em recente discurso no Senado, Valter Pereira acusou Puccinelli de ter “usado a máquina” para favorecer o deputado.
Ao ser perguntado sobre sua presença na convenção do PDT, o senador disse que sempre teve o costume de visitar as convenções dos partidos que nasceram do movimento democrático brasileiro e que tanto o PT como o PDT se englobam nessa categoria. “Eu cumpro um ritual democrático”, disse Valter Pereira.
Ao ser questionado se está engajado na campanha de Zeca do PT, o senador disse que há uma “distância” entre uma visita e estar engajado. Durante a convenção do PDT, o senador reiterou que rompeu politicamente com o candidato do PMDB ao governo, André Puccinelli, e que não subirá no palanque dele para apoiá-lo.
Valter Pereira também ressaltou que está seguindo o seu partido nacionalmente e que subirá no palanque de Dilma Rousseff no Estado. Em MS, o PMDB está apoiando o candidato do PSDB, José Serra.
Maurício Bosrges
Sobre o fato de subir no palanque de Dilma no Estado resultar em um apoio a Zeca do PT, Valter Pereira não mostrou muita preocupação quanto a isso.
Ele também não descartou a possibilidade de apoiar o candidato do PDT ao senado Dagoberto Nogueira, enquanto que a chapa do PMDB tem dois candidatos ao senado: Murilo Zauith e Waldemir Moka.
Com vice do PV e apoio do PDT, Vander diz que Zeca terá "cinco palanques fortes"
O deputado federal Vander Loubet, um dos principais articuladores do PT, comemorou o anúncio de Tatiana Ujacow como candidata a vice-governadora na chapa petista. "Termos uma pessoa como a advogada Tatiana de vice solidifica a candidatura do Zeca e coroa politicamente nossa aliança, que se torna a cada dia mais competitiva", analisou.
Vander acha que as candidaturas de Dagoberto Nogueira (PDT) e Delcídio do Amaral (PT) ao senado, somadas à presença de Gilda dos Santos (PT) como suplente do pedetista, e de Tatiana como vice de Zeca, agregam mais quatro palanques fortes à campanha de Zeca.
"Praticamente teremos cinco palanques no estado, pois serão o Zeca, a Tatiana, o Delcídio, o Dagoberto e a Gilda trabalhando. Enquanto vemos o adversário com o palanque ruindo, estamos apenas somando forças e são todos nomes fortes", compara.
"Marina Silva pedindo voto para o Zeca em MS"
O anúncio da coligação com o PT foi feito pelo PV ressaltando que o partido vai trabalhar para oferecer à candidata da legenda a presidente da República, Marina Silva, espaço "condizente com o potencial da candidatura".
"Pela primeira vez temos reais condições de mudar os destinos políticos do Brasil, pois a Marina Silva certamente estará no segundo turno. Nosso trabalho regional vai sempre priorizar nosso compromisso com essa candidatura forte", aposta Carlos Leite, presidente regional do PV.
Ele diz que a coligação regional com o PT vai atender às prioridades do partido, que são garantir palanque para Marina e chance de eleição para os candidatos a deputado estadual e deputado federal. "Estou muito seguro para defender essa aliança. Sempre fui partidário da candidatura própria e, pela primeira vez, estou convencido de que a coligação será mais produtiva para o PV", disse.
Leite ressalta ainda que o fato de terem uma candidata a vice-governadora no Estado vai viabilizar um palanque significativo para Marina Silva em Mato Grosso do Sul. "Vou levar essa decisão à direção nacional da partido certo de que faremos um ótimo trabalho pela candidatura de Marina Silva", explica.

Para o petista Vander Loubet, também não há problemas com o fato de a candidata a vice de Zeca ter candidata própria à presidência. "O PV pede voto para Marina Silva, e ela pede voto para o Zeca aqui em MS. Para nossa aliança esse fato é positivo", analisa.
O senador Valter Pereira depois de não comparecer ontem á convenção do seu partido, o PMDB, e ter aparecido na manhã de hoje na convenção do PDT, rival de seu partido nas eleições estaduais desse ano, disse que não subirá no palanque de André Puccinelli na campanha para o governo estadual.
O senador rompeu com Puccinelli desde as prévias que indicaram o pré-candidato ao Senado. Ele concorreu à vaga com o deputado federal Waldemir Moka, que venceu a disputa com a ajuda dos principais líderes do partido, incluindo o governador. Em recente discurso no Senado, Valter Pereira acusou Puccinelli de ter “usado a máquina” para favorecer o deputado.
Ao ser perguntado sobre sua presença na convenção do PDT, o senador disse que sempre teve o costume de visitar as convenções dos partidos que nasceram do movimento democrático brasileiro e que tanto o PT como o PDT se englobam nessa categoria. “Eu cumpro um ritual democrático”, disse Valter Pereira.
Ao ser questionado se está engajado na campanha de Zeca do PT, o senador disse que há uma “distância” entre uma visita e estar engajado. Durante a convenção do PDT, o senador reiterou que rompeu politicamente com o candidato do PMDB ao governo, André Puccinelli, e que não subirá no palanque dele para apoiá-lo.
Valter Pereira também ressaltou que está seguindo o seu partido nacionalmente e que subirá no palanque de Dilma Rousseff no Estado. Em MS, o PMDB está apoiando o candidato do PSDB, José Serra.
Maurício Bosrges
Sobre o fato de subir no palanque de Dilma no Estado resultar em um apoio a Zeca do PT, Valter Pereira não mostrou muita preocupação quanto a isso.
Ele também não descartou a possibilidade de apoiar o candidato do PDT ao senado Dagoberto Nogueira, enquanto que a chapa do PMDB tem dois candidatos ao senado: Murilo Zauith e Waldemir Moka.
Com vice do PV e apoio do PDT, Vander diz que Zeca terá "cinco palanques fortes"
O deputado federal Vander Loubet, um dos principais articuladores do PT, comemorou o anúncio de Tatiana Ujacow como candidata a vice-governadora na chapa petista. "Termos uma pessoa como a advogada Tatiana de vice solidifica a candidatura do Zeca e coroa politicamente nossa aliança, que se torna a cada dia mais competitiva", analisou.
Vander acha que as candidaturas de Dagoberto Nogueira (PDT) e Delcídio do Amaral (PT) ao senado, somadas à presença de Gilda dos Santos (PT) como suplente do pedetista, e de Tatiana como vice de Zeca, agregam mais quatro palanques fortes à campanha de Zeca.
"Praticamente teremos cinco palanques no estado, pois serão o Zeca, a Tatiana, o Delcídio, o Dagoberto e a Gilda trabalhando. Enquanto vemos o adversário com o palanque ruindo, estamos apenas somando forças e são todos nomes fortes", compara.
"Marina Silva pedindo voto para o Zeca em MS"
O anúncio da coligação com o PT foi feito pelo PV ressaltando que o partido vai trabalhar para oferecer à candidata da legenda a presidente da República, Marina Silva, espaço "condizente com o potencial da candidatura".
"Pela primeira vez temos reais condições de mudar os destinos políticos do Brasil, pois a Marina Silva certamente estará no segundo turno. Nosso trabalho regional vai sempre priorizar nosso compromisso com essa candidatura forte", aposta Carlos Leite, presidente regional do PV.
Ele diz que a coligação regional com o PT vai atender às prioridades do partido, que são garantir palanque para Marina e chance de eleição para os candidatos a deputado estadual e deputado federal. "Estou muito seguro para defender essa aliança. Sempre fui partidário da candidatura própria e, pela primeira vez, estou convencido de que a coligação será mais produtiva para o PV", disse.
Leite ressalta ainda que o fato de terem uma candidata a vice-governadora no Estado vai viabilizar um palanque significativo para Marina Silva em Mato Grosso do Sul. "Vou levar essa decisão à direção nacional da partido certo de que faremos um ótimo trabalho pela candidatura de Marina Silva", explica.

Para o petista Vander Loubet, também não há problemas com o fato de a candidata a vice de Zeca ter candidata própria à presidência. "O PV pede voto para Marina Silva, e ela pede voto para o Zeca aqui em MS. Para nossa aliança esse fato é positivo", analisa.Vander diz que as pesquisas recentes apontam Marina Silva sempre com mais de 10% das intenções de voto em Mato Grosso do Sul e aposta no lucro político que a candidatura à presidência do PV pode trazer para a candidatura petista no Estado. "Como o Partido Verde vai fazer campanha para a Marina Silva, teremos ainda mais este palanque apoiando o Zeca em MS", comemora.
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