quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Alimentos light podem engordar tanto quanto regulares

22/08/2011 15h15 - Atualizado em 22/08/2011 15h15

Alimentos light podem engordar tanto quanto regulares

O raciocínio de que ingerir menos calorias emagrece é lógico, mas alguns estudos têm mostrado que ele não funciona tão bem assim

Imprimir Share.A maioria das pessoas, ao lembrarem das férias de verão e dos corpos expostos na praia e na piscina, acabam fazendo substituições na alimentação, trocando o pacote de biscoitos tradicional por um com menos calorias. O raciocínio de que ingerir menos calorias emagrece é lógico, mas alguns estudos têm mostrado que ele não funciona tão bem assim, segundo divulgou o site YouBeauty.
"As pessoas ficam mais preocupadas em adquirir produtos light ou sem gorduras, achando que são mais saudáveis e têm pouca caloria, mas acabam se descuidando das porções", contou a nutricionista Joy Bauer, lembrando que as calorias continuam contando e que não se pode comer o quanto quiser de um alimento só porque ele tem a rotulagem de light.
Brian Wansinck, autor do livro Mindless Eating: Why We Eat More Than We Think (algo como Comendo com a mente: por que comemos mais do que pensamos, ainda sem tradução em Português) e diretor do laboratório de marcas e alimentos da Universidade de Cornell, nos EUA, disse que as pessoas que escolhem alimentos com pouca gordura acabam aumentando sua ingestão calórica em 25 a 44%.
Joy destacou que um pacote de cookies light tem mais carboidratos e açúcares do que a versão regular, pois as empresas adicionam mais açúcar para deixar o produto com um sabor melhor e muita gente acha que está compensando calorias ao adquirir a versão com pouca gordura. "Controlar as calorias - e não a gordura - é que é importante para perder peso", falou.
Os profissionais ensinaram que para não errar a mão, basta ter controle. Comer apenas um cookie na versão regular de vez em quando não vai fazer tão mal quanto consumir o pacote inteiro da versão light. Manter o pacote distante também ajuda a distrair e evitar o excesso.

Excesso de pressa prejudica 30% dos trabalhadores brasileiros

Ter pressa de vez em quando, para comparecer a um compromisso urgente, é normal. Mas, quando a corrida contra o relógio vira rotina, pode ser sinal de alerta.

Essa sensação de ser atropelado pelo tempo atinge 30% dos trabalhadores brasileiros. E o comportamento de estar sempre atrasado pode prejudicar o sono, a sede, a temperatura corporal, a frequência cardíaca, a pressão e até a respiração.
Para comentar o assunto, o cardiologista Roberto Kalil e o psiquiatra Luiz Vicente Figueira de Mello, do Hospital das Clínicas de São Paulo, estiveram presentes no Bem Estar desta terça-feira (23).
Eles explicaram por que a pressa deixa as pessoas mais competitivas e agressivas, inclusive no trânsito, e como relaxar em meio a essa constante luta contra as horas.
E esse não é um problema exclusivo de megalópoles como São Paulo. O repórter Renato Biazzi foi até Goiânia para ver como as pessoas lidam com a pressa e as tarefas diárias.
É possível identificar se esse comportamento está passando dos limites. Se você faz tudo correndo (come, anda, fala, dirige e dorme), faz várias coisas ao mesmo tempo, é muito impaciente (não aguenta ouvir alguém falar sem interrompê-lo, não sabe esperar ou não tolera quem vive com você), tem excesso de competitividade e de agressividade (perde o controle facilmente e parte para o ataque), cuidado: é preciso se acalmar.
Algumas dicas importantes para melhorar são: priorizar o que é realmente importante; dizer não para pedidos impossíveis; fazer pausas, meditação, orações, leituras, caminhadas e exercícios leves; e falar sobre os problemas. Os especialistas recomendaram, ainda, fazer uma lista com as atividades indispensáveis e dividi-las ao longo do dia e da semana.
 Segundo o psiquiatra, a pressa e a ansiedade podem ser uma tendência familiar e também um comportamento estimulado pelo meio em que se vive.
A longo prazo, a pressa e o estresse desorganizam o corpo, aumentam a ansiedade e podem causar problemas cardíacos ou gastrointestinais.
Fonte: G1

Protetor solar em excesso enfraquece os ossos e pode causar doenças

Mesmo sem casos na família, doenças ou hábitos que potencializam as chances de problemas nos ossos, pessoas que evitam tomar sol podem desenvolver doenças como a osteoporose, por exemplo, por uma deficiência de vitamina D. O excesso de protetor solar evita que os raios solares atinjam o corpo. As informações são do Daily Mail.
Recentemente, foi noticiado que um número crescente de pessoas - até um em cada três adultos - sofrem deficiência do componente, devido à falta de exposição ao sol e má alimentação. A falta de vitamina D aumenta o risco de osteoporose e fraturas em 60%.
De acordo com um estudo sobre a doença, o número de homens britânicos internados em hospitais por causa de fratura no quadril subiu 77% em dez anos. O aumento da expectativa de vida e falta da vitamina D seriam as principais razões. Além dos problemas nos ossos, a ausência do componente, está associada ao aumento de risco de resfriados, gripes, doenças cardíacas, diabetes, esclerose múltipla e câncer.
Cerca de 90% da vitamina D é produzia na pele, com ajuda da luz do sol. Os raios ultravioletas transformam o colesterol em vitamina D, de acordo com o consultor de bioquímica clínica William Marshall.A vitamina D é importante para uma vida saudável, crescimento, força dos ossos funções musculares e sistema imunológico, segundo o médico.

Delcídio é o relator de infraestrutura do Orçamento 2012

O senador Delcídio do Amaral(PT/MS) será o relator dos projetos de infraestrutura no Orçamento da União de 2012. O parlamentar sul-mato-grossense foi convidado pelo colégio de líderes da Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional, em função de sua experiência no setor. Delcídio é engenheiro eletricista e fez carreira em empresas públicas e privadas das áreas de energia, mineração e petróleo, além de ter sido o relator geral do Orçamento da União de 2008.
“É mais um desafio que aceito para ajudar o Brasil. Vamos analisar com muito critério todos os projetos a serem desenvolvidos no ano que vem pelos ministérios dos Transportes, Comunicações e Minas e Energia, para dotar o país da infraestrutura necessária ao seu desenvolvimento”, afirmou o senador.
Para Delcídio, a relatoria de infraestrutura vai lhe permitir contribuir ainda mais para o crescimento de Mato Grosso do Sul.
“É claro que o meu foco é o Brasil como um todo. Mas eu sou de Mato Grosso do Sul, conheço as necessidades do meu estado e os projetos do governo federal para o setor. Vamos trabalhar junto com os demais membros da bancada e o governador André Puccinelli para definir recursos que garantam , por exemplo, a pavimentação da MS-040, recentemente federalizada, os novos ramais ferroviários que atenderão o Sul do estado e a região da Grande Dourados, a manutenção das BRs 262, 163, 267,463 e 158, nossos portos fluviais nos Rios Paraná e Paraguai e também as obras de ampliação e modernização dos aeroportos, tanto o da capital quanto os do interior do estado”, explicou o senador.



Diferenças regionais não podem interferir na aprendizagem dos anos iniciais da vida escolar, diz educadora

desempenho dos alunos de escolas públicas ficou em 175,8 pontos, enquanto os alunos de escolas privadas alcançaram 216,7 pontos. A Prova ABC foi aplicada para medir o nível de aprendizado das crianças nos três primeiros anos de estudo

AGêNCIA BRASIL 25/08/2011 15h50
Diferenças regionais e discrepância entre os resultados de escolas públicas e privadas na Prova ABC, aplicada no primeiro semestre a 6 mil alunos de escolas municipais, foram os pontos da avaliação que mais chamaram a atenção de Priscila Cruz, diretora executiva do Todos pela Educação, entidade que participou do processo de medição do nível de aprendizado de crianças no início da vida escolar.
Para ela, os dados mostram que é preciso garantir a melhoria da aprendizagem nos anos iniciais, independentemente de diferenças regionais ou de situação econômica. “Precisamos superar e sair desse conformismo de que as realidades são diferentes. Toda criança tem o mesmo direito de aprender. A aprendizagem nessa etapa é essencial para garantir a aprendizagem nas etapas posteriores. Se não tivermos essa garantia de aprendizagem nos anos iniciais, a tarefa começa a ficar mais complicada e complexa para garantir a aprendizagem nos anos seguintes. Toda criança pode aprender”, disse Priscila.
O desempenho dos alunos de escolas públicas ficou em 175,8 pontos, enquanto os alunos de escolas privadas alcançaram 216,7 pontos. A Prova ABC foi aplicada para medir o nível de aprendizado das crianças nos três primeiros anos de estudo. A avaliação foi feita pelo movimento Todos Pela Educação, em parceria com o Instituto Paulo Montenegro/Ibope, a Fundação Cesgranrio e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).
A diretora executiva do Instituto Paulo Montenegro/Ibope, Ana Lúcia Lima, destacou que estudos estatísticos sobre o processo educacional mostram que educação vem de casa e não é exclusividade da escola. Ela reforçou que a pesquisa mede habilidades de tratamento com letras e números, coisas que se desenvolvem na criança desde muito cedo.
“Uma criança que cresce em um ambiente letrado, onde ela tem livros, onde alguém lê histórias para ela e ela tem com quem brincar, os pais foram escolarizados e têm como contribuir com o aprendizado, [essa criança] já entra na escola com vantagens na comparação com uma criança que tem pais que não tiveram a oportunidade de se escolarizar”, ressaltou Ana Lúcia.
Para o diretor de Avaliação da Educação Básica do Inep, João Horta, quanto maior a quantidade de estudos que houver para mostrar como anda a educação no país mais dados o governo terá para atuar no processo. “O que estamos procurando fazer é apoiar as diversas instituições para que elas utilizem os dados do Inep e produzam cada vez maiores resultados”.
Com base nos resultados da Prova ABC, Horta disse que é preciso que prefeituras e sistemas municipais de ensino se esforcem para desenvolver a educação de uma forma diferente.

PF pede o indiciamento de seis por desvio de dinheiro de merenda

A Polícia Federal (PF) pediu o indiciamento das seis pessoas presas hoje (25), em Pernambuco, suspeitas de participar de um esquema de desvio e lavagem de dinheiro público destinado à merenda escolar. Para o delegado Bernardo Gonçalves Torres, responsável pelo inquérito policial, as provas já colhidas são suficientes para formar a convicção de que um político, os dois gerentes de banco, um servidor público, um empresário e um estudante, todos detidos esta manhã, estão envolvidos na prática de crimes de corrupção e peculato. A PF não divulgou o nome dos suspeitos.
Com o indiciamento, os investigados passam a ser oficialmente considerados suspeitos. Segundo a assessoria da PF, alguns dos detidos já foram liberados.
Deflagrada esta manhã, a Operação Mar de Lama é resultado de mais de três anos de investigações. A PF estima que foram desviados R$ 1,8 milhão destinados a prefeituras pernambucanas para compra de merenda escolar. Também está sendo investigada a suspeita de pagamento de salários a funcionários fantasmas.
Embora apenas um político tenha sido detido hoje, a PF informa, em nota, que as investigações “apontam para um largo esquema de corrupção e desvio de verbas públicas envolvendo diversos políticos” relacionados a “pagamento de propina para garantir apoio a projetos, numa espécie de 'mensalão'”.
Essa foi a terceira operação deflagrada hoje (25) pela PF para apurar fraudes envolvendo dinheiro público. Em Salvador, a Operação Nevasca resultou na prisão de 17 pessoas suspeitas de fraudar a Previdência Social. Mais cinco pessoas investigadas por supostas fraudes em financiamentos bancários concedidos pela Caixa Econômica Federal foram presas em Governador Valadares (MG) e em Vila Velha (ES).

Simone alega compromissos e não comparece a reunião com o Conselho Municipal de Saúde

A reunião do Conselho Municipal de Saúde de Três Lagoas, marcada para esta sexta-feira (26), na qual a ex-prefeita e atual vice-governadora, Simone Tebet (PMDB) prestaria esclarecimentos sobre as irregularidades apontadas pela auditoria do Tribunal de contas da União (TCU), foi adiada a pedido da ex-chefe do Executivo Municipal.
Segundo o presidente do Conselho, Edson Aparecido de Queiroz, Simone enviou documento informando que não poderia comparecer.
“Recebemos o ofício nesta manhã (25). A vice-governadora alegou que possuía compromissos, que estavam marcados anteriormente a nossa convocação, agendada no início de agosto”, explicou.
Queiroz disse que está junto com a mesa diretora do Conselho para deliberar quais decisões serão tomadas após a indicação da ausência.
“Nesta tarde, o Conselho está reunido para analisar as medidas a serem adotadas após a Simone ter informado que não irá comparecer. Uma das propostas é a de encaminhar as provas documentais e o laudo da auditoria para que a Justiça tome as providências”, informou.
Auditoria
A equipe do TCU realizou auditoria nas contas municipais da Saúde, em Três Lagoas, no ano de 2009 e início de 2010, período em que a Prefeitura era administrada por Simone Nassar Tebet (PMDB).
Segundo o Tribunal, a atual vice-governadora teria cometido irregularidades na gestão dos recursos financeiros, oriundos do Sistema Único de Saúde (SUS), do Governo Federal.
Entre os pontos falhos indicados, está a contratação de uma empresa prestadora de serviços médicos (Fundação Faculdade Regional de Medicina de São José do Rio Preto – FUNFARME), mesmo tendo ciência do impedimento legal para o ato.
“Não é possível afirmar que houve boa fé do responsável, pois a mesma praticou o ato após prévia consulta a órgãos técnicos”, apontou um dos trechos da auditoria.
Para o Conselho Municipal de Saúde, é imprescindível levantar qual o valor dessa contratação.
“Como não houve licitação, não tomamos conhecimento do dinheiro público pago por essa prestação de serviços. Estaremos atuando para que nosso papel de fiscalizador das ações na área da saúde possa ser garantido, conforme os padrões legais. Portanto, estamos requerendo as notas fiscais do pagamento à FUNFARME”, finalizou Queiroz.