quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Leitores do Midiamax filmam chuvarada na Capital

A chuva que castigou Campo Grande na tarde desta quinta-feira (6) foi registrada por leitores do Midiamax, que enviaram fotos de pontos alagados na região central da cidade.

Tem algum flagrante? Envie para nós
A leitora Val Reis clicou o rio Anhanduí transbordando nas proximidades do pontilhão da avenida Salgado Filho. A água invadiu a pista e os motoristas tiveram dificuldade em transitar no local.
Já o leitor Elvis Basílio enviou flagrante de Cláudio M., no momento em que fiscais de trânsito da Agetran ficaram ilhados no cruzamento da rua Chaadi Scaff com a Joaquim Murtinho. Os motoristas não puderam cruzar o "rio" que se formou na descida da Chaadi Scaff, e o tráfego permaneceu lento por cerca de 30 minutos.
Wilame registrou que, na rua das Garças, a chuva derrubou árvores e uma motocicleta que estava estacionada. Na rua Padre João Crippa com a Maracaju, a leitora Patrícia Albuquerque viu a chuva quase levar seu ateliê e o "carrinho novo".
Woldner de Carvalho registrou dois momentos: no primeiro, a água do rio Anhanduí quase transbordando na avenida Ernesto Geisel. Em outro, motociclista ilhado pela chuva.

No Parque Dallas, a chuva alagou uma casa e os moradores tiveram que a retirar a água de dentro do imovel. O flagrante é da leitora Eleida S. Arce Adamiski. Na região do Lago do Amor, a avenida Filinto Muller ficou intransitável, como registrou Rogério Nunes Nogueira. (Atualizada às 18h50)

Chuva em Campo Grande derruba árvores e inunda ruas, casas, carros, hospital e delegacia

Chuva que durou uns 35 minutos na tarde desta terça-feira provocou um caos no trânsito de Campo Grande e assustou os habitantes da cidade. A água inundou delegacia, uma ala da Santa Casa, maior hospital do município, derrubou muro de cemitério, deixou famílias ilhadas e intransitáveis os principais trechos das vias centrais.

No bairro Jockey Clube, região mais castigada, a enxurrada carregou móveis e utensílios. Lá, um morador usou seu Jet Ski para ajudar desabrigados nas partes alagadas.
Ainda no Jockey, uma família inteira teve de subir na laje da casa e lá ficou até o socorro do Corpo de Bombeiros.
Na casa, situada na rua das Hortências, a água, segundo a moradora de 1,60 metro de altura, atingiu seu peito. Ela, a mãe e os três filhos pequenos foram forçados a subir no telhado da casa e de lá saíram somente com a chegada do socorro. “Perdemos tudo”, disse o garotinho Paulo Vítor, de 11 anos. Nessa rua, dezenas de moradores tiveram suas casas invadidas pela água.
Perto dali, no bairro Marcos Roberto, a chuva também deixou os moradores apavorados. Além dos alagamentos, uma árvore caiu sobre a fiação da Enersul e deixou a região sem luz. “Aqui sempre é assim: toda chuva provoca estragos”, disse uma moradora.
Já na rua Roberto Mange, região da Vila Bandeirantes, dezenas de árvores caíram durante a chuva.
Na avenida Fernando Corrêa da Costa, via que corta a região central da cidade de ponta a ponta teve diversos trechos alagadas.
A água invadiu carros e os motoristas tiveram de contar com a ajuda dos bombeiros.
O prédio do Cepol (Centro Especializado de Polícias), na avenida Ceará, também foi atingido. A água invadiu as repartições e comprometeu o expediente dos servidores.
Na Santa Casa, o pronto-socorro do hospital, maior da cidade, ficou alagado. Os estragos afetaram também o shopping e um supermercado

Participaram da cobertura: Alessandra de Souza, Celso Bejarano, Eliane Souza, Hélder Rafael, Liziane Berrocal, Paulo Xavier, Priscilla Peres

domingo, 26 de dezembro de 2010

A VIOLENCIA NO RIO DE JANEIRO

Vitória contra o crime


O dia 28 de novembro já entrou para a história do combate ao crime no Rio de Janeiro. As forças de segurança - formadas pelas polícias Militar, Civil, Federal e Forças Armadas - tomaram o Complexo do Alemão praticamente sem resistência dos traficantes. O local era dominado pela facção criminosa Comando Vermelho. Durante a ocupação, policiais encontraram mais de 40 toneladas de drogas, centenas de veículos roubados e armas de grosso calibre. Os números dão uma idéia do tamanho do golpe sofrido pelo tráfico.

A seguir, entenda como começou a onda de violência no Rio de Janeiro e a reação do Estado.



 
 
 
 
 
 
 
 
 
Os ataques


Mais de 180 veículos foram incendiados por criminosos no Rio de Janeiro em uma semana. A onda de violência começou na tarde de domingo, 21 de novembro, com dois carros queimados na Linha Vermelha. A escalada do crime foi crescendo, com 25 veículos incendiados, 31 pessoas presas e 15 mortos somente na quarta-feira, 24 de novembro, o dia mais violento da ofensiva criminosa. Segundo a polícia, a ação dos traficantes foi motivada pela ocupação das favelas pelo Estado através das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).



O contra-ataque


A resposta do Estado para a onda de ataques promovida por traficantes veio com a união das forças de segurança do País. As Forças Armadas, a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal se uniram aos policiais civis e militares no combate ao crime. A vitória do Estado começou na sexta-feira, 26 de novembro, com a invasão da Vila Cruzeiro, na Penha. Cerca de 200 agentes do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) tomaram o morro que era comandado pelo Comando Vermelho. Porém, muitos traficantes conseguiram escapar da polícia e fugiram pela mata na direção do Complexo do Alemão, o próximo alvo das forças de segurança na retomada dos territórios no Rio de janeiro.


A tomada do Alemão


O cerco policial bloqueou os 44 acessos ao Complexo de Favelas do Alemão. Desde o dia 27 de novembro, todos que entravam e saíam do local eram revistados. Muitas pessoas foram vistas deixando a região com eletrodomésticos, camas e móveis empilhados em carros. Na manhã de domingo, 28 de novembro, às 8h, o rasante de um helicóptero da Polícia Militar indicava que a operação de tomada do Alemão tinha começado. Blindados da marinha subiam o morro retirando tudo que era obstáculo colocado pelos criminosos pra impedir a subida da polícia. Durante a tarde, as bandeiras do Brasil e do Rio de Janeiro foram hasteadas no alto do morro, próximo ao teleférico, simbolizando a conquista do território até então dominado pelo Comando Vermelho.

A fuga



Foi a prisão de um criminoso acusado de ser um dos chefes do tráfico na favela da Fazendinha, no

Complexo do Alemão, no dia 3 de dezembro, que confirmou a suspeita da polícia: traficantes fugiram pela rede de esgotos antes do início da operação no Alemão. Wellington Roberto de Oliveira, 26 anos, o Dedinho, disse aos policiais que, junto com outros bandidos, aproveitou as tubulações construídas por operários do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no Alemão para escapar. Dedinho foi preso quando tentava sair do Morro do Cajueiro, em Madureira


Golpe no tráfico


O prejuízo estimado dos traficantes com as operações na Vila Cruzeiro e depois no Complexo do Alemão, segundo a Polícia Militar, ultrapassa os R$ 100 milhões. Segundo balanço da Secretaria de Segurança do Rio de Janeiro, foram apreendidas 518 armas de diversos calibres, incluindo 140 fuzis, 35 metralhadoras e 3 bazucas. Ente o material, metralhadoras antiaéreas ponto 50, jamais aprendida no Estado, e, que, de acordo com a polícia, pode derrubar até helicópteros. Também foram encontradas 33,8 t de maconha, 333,9 kg de cocaína e 54 kg de crack, entre outras drogas. Segundo a Polícia Civil, 118 pessoas foram presas e 21 apreendidas.



"Todo esse material impunha escravidão e a mordaça pelo fuzil. Isso acabou. Não vencemos a guerra, mas vencemos a batalha e podemos acreditar em dias melhores", disse o Secretário Estadual de Segurança, José Mariano Beltrame.


sábado, 25 de dezembro de 2010

Flamengo aguarda viagem de Assis para fechar com Ronaldinho

Embora o presidente do Grêmio, Paulo Odone, tenha declarado já ter acertado com Ronaldinho Gaúcho, a diretoria do Flamengo não desistiu da contratação do jogador. Após reativar o projeto para trazer o camisa 80 do Milan e apresentar uma oferta, com suporte da Traffic, de R$ 1 milhão mensais de salário, o clube aguarda a viagem de Assis, irmão e procurador do atleta, a Milão, após as festas de fim de ano para resolver a situação.

Além do Grêmio, o Flamengo enfrenta apenas no Brasil a concorrência de Palmeiras e Santos. Enquanto há os festejos de fim de ano, uma novidade é improvável. No entanto, Ronaldinho e Assis passarão o Réveillon no Rio, assim como Adriano Galliani, vice-presidente do Milan.

Após correria das compras, Campo Grande tem sábado de Natal chuvoso e quieto

Quem andou na sexta-feira (24) pelo centro de Campo Grande e passa no local agora, neste sábado (25) de Natal, tem a impressão de estar em outra cidade. A correria das compras de final de ano deram lugar à calmaria e silêncio. O trânsito caótico e lento deu lugar a ruas vazias e poucos veículos.

"O Natal de Campo Grande sempre foi assim. Como aqui tem muita gente de fora, boa parte das pessoas passa as festas com a família no interior. A correria sempre dura só até a noite do Natal", diz Amélia de Lima, que tem 68 anos e mora próximo ao centro comercial de Campo Grande há 22 natais.
Na periferia, além do movimento díminuído pelo feriado, boa parte das pessoas ainda dormia no meio da manhã embaladas pela festança com exageros na ceia natalina.
"Hoje todo mundo acorda mais tarde, porque ficam até a madrugada com a família. De meia-noite até umas 3 da manhã foi o maior movimento, porque tinha muita gente voltando para casa depois de jantar com parentes", explica Antônio Carlos da Silva Neto, 28 anos, que catava latinhas nesta manhã nas ruas vazias do bairro Santo Amaro, um dos mais populosos de Campo Grande.

Para a tarde, após os efeitos da ressaca ou dos exageros de Natal passarem, os programas para quem está em Campo Grande incluem as alternativas de sempre.
Almoço em família: Programa oficial
Com poucas alternativas de lazer, a população campo-grandense acabou criando uma tradição própria: o almoço em família deixa de ser apenas um evento social e se torna opção de lazer. "A gente se junta pra comer, jogar conversa fora e bebemorar. O que o carioca faz na praia, a gente aqui faz no quintal da casa dos parentes", simplifica Leonir Flores, 36 anos, enquanto dirigia levando a família toda para casa de um irmão.
A praça de alimentação e o cinema do Shopping Campo Grande atendem normalmente. As lojas permanecerão fechadas e reabrem somente na segunda-feira (27) e o comércio na região central continua como está: fechado e silencioso.




Nos altos da avenida Afonso Pena continuam as atrações da Cidade do Natal, mas logo mais devem começar, caso a chuva diminua, as reuniões de amigos que se juntam para ouvir música, dançar, tomar tereré ou beber.

Sem candidato a prefeito, PMDB de Dourados se condena a ser coadjuvante, diz presidente

Presidente regional do PMDB, Esacheu Nascimento, discorda da decisão do partido de abandonar o projeto de candidatura própria nas eleições extraordinárias de Dourados para apoiar o vice-governador Murilo Zauith, pré-candidato a prefeito pelo DEM. Contudo, esclarece que o diretório apoiará a decisão da executiva municipal que deve ser oficializada no fim de semana.


“O partido não poderia deixar de disputar as eleições. Se ficar fora do jogo político, o PMDB de Dourados estará se condenando a ser coadjuvante por longos anos”, analisa o dirigente. Na interpretação dele, Murilo por estar disputando agora "um mandato tampão" poderá se candidatar ainda outras duas vezes à prefeitura e, por estar no poder, terá chances de se reeleger.
O presidente do PMDB lembra que em 6 de dezembro o presidente do PMDB de Dourados Laudir Munaretto e o deputado federal Geraldo Resende pediram respaldo para uma candidatura própria à prefeitura de Dourados. Esacheu, inclusive, encaminhou uma nota ao diretório municipal de Dourados reiterando o respaldo da Executiva estadual à candidatura própria.
Na reunião ficou acertado que o partido realizaria pesquisas junto à população para escolher seu candidato. Semanas depois do combinado, Geraldo Resende desistiu da candidatura alegando ter sido convencido por prefeitos e lideranças políticas a continuar na Câmara Federal.
O dirigente considera confusa a situação do partido em Dourados, visto que o partido não parece unido em um mesmo objetivo. Mesmo assim, assegura que a cúpula regional não pretende interferir na situação local.
Lideranças do PMDB decidiram pelo apoio a Murilo após reunião com o governador André Puccinelli (PMDB) que teria aconselhado o partido a apoiar o democrata. Puccinelli, contudo, nega ter pressionado o PMDB de Dourados. Ele afirma ter dito aos correligionários que a decisão caberia a eles.
Os eleitores de Dourados voltam às urnas no dia 6 de fevereiro de 2011. O novo pleito foi convocado em razão da renúncia do prefeito Ari Artuzi (sem partido) e do vice dele Carlinhos Cantor. Os dois estiveram presos sob a acusação de participar de esquema de fraudes em licitações e distribuição de propinas. Saiba mais sobre a movimentação política para as eleições extras em Dourados nas notícias relaciondas.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Bonito (Mato Grosso do Sul)


História

O núcleo habitacional que se transformaria na sede do Município de Bonito, iniciou-se em terras da Fazenda Rincão Bonito, que possuía uma área de 10 léguas e meia e foi adquirida do Sr. Euzébio pelo Capitão Luiz da Costa Leite Falcão, que aí se aportara em 1869, e é considerado o desbravador de Bonito, tendo sido também seu primeiro escrivão e tabelião.


A Lei Estadual nº 693, de 11 de junho de 1915, cria inicialmente o Distrito de Paz de Bonito, com área desmembrada do Município de Miranda e a este subordinado administrativamente. Com a criação do território Federal de Ponta Porã, pelo Decreto-Lei nº 5.839, de 21 de setembro de 1943, é lhe anexado como Distrito de Paz de Miranda.



Por força do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição Federal, é reintegrado ao estado de Mato Grosso, na mesma situação de Distrito pertencente ao Município de Miranda. Finalmente a Lei Estadual nº 145, de 2 de outubro de 1948, eleva-o a categoria de Município, tendo por sede a cidade de Bonito, constituindo termo judiciário da Comarca de Aquidauana, com um único Distrito, o da sede municipal, situação mantida pelo Decreto nº 1.738, de 30 de dezembro de 1953, que fixou o quadro territorial administrativo-judiciário do Estado, para vigorar no quinquênio 1954-1958.



[editar] Lenda

Durante a Guerra do Paraguai, iniciada em 1864, soldados paraguaios - que vinham lutar em terras brasileiras - traziam ouro para garantir o sustento, trocas-trocas e afins. Muitas batalhas se deram onde hoje fica o estado do Mato Grosso do Sul.



Durante os confrontos, os paraguaios enterravam o metal para não perdê-lo ou serem roubados. Procuravam uma Figueira típica da região - não a dos famosos figos nem as das praças públicas de São Paulo - e escondiam o ouro sob a sombra ou a uma determinada distância da árvore. Na volta das lutas, desenterravam e seguiam com o metal.



Entretanto, diversos soldados paraguaios morreram antes de alcançar seu tesouro. Assim, a Guerra acabou em 1870. Mas… os espíritos deles continuam vagando por Bonito em busca dos ouros. Pessoas juram - de pés juntos - que encontraram o precioso metal enterrado aos pés das Figueiras. Porém não adianta voar para lá atrás do seu brilho dourado.



Não é qualquer um que consegue descobri-lo. Apenas quem possui bom coração - alma inocente e pura - é levado pelos espíritos ao local do desenterro. Muitas pessoas do bem dormiram nos seus quartos e acordaram acima do tesouro no quintal. Outros foram instruídos por meio de sonhos ou visões. Gananciosos enlouqueceram, ricos empobreceram, ambiciosos amarguraram e entristeceram.[6]



[editar] Geografia

[editar] Localização

Bonito está localizado sobre o Planalto da Bodoquena (popularmente conhecido como Serra da Bodoquena) e a Depressão do Miranda, a 315m de altitude em relação ao nível mar.



[editar] Clima

Apresenta um clima tropical na faixa dos 32°C. O período das chuvas vai de novembro a abril.



[editar] Solo

A cidade está em meio a um dos vales desse planalto, cuja rocha predominante é o calcário. Entre tais rochas, há espaços, dos quais chamamos de grutas ou cavernas. Assim, no Planalto da Bodoquena devem existir mais de cem cavernas. No subsolo do município há rochas que acumulam água, proveniente da chuva, formando assim o lençol freático. A água atravessa rupturas de algumas partes de rochas calcárias, recolhendo seus minerais. Com isso, as águas das nascentes saem ricas em bicabornato de cálcio e magnésio. Apesar disso, as águas continuam incolores.



Esta é uma rocha sedimentar com formação de conchas e algas. Com o tempo endureceu e formou rochas, tendo acontecido entre 500 e 600 milhões de anos. A região já foi um mar, tendo sido chamado de Mar de Corumbá e existiu na época da formação de calcário, mas depois de muitos terremotos e movimentações de placas tectônicas acabou provocando um choque de dois antigos continentes e por fim o fechameto do provável mar. Ao longo dos anos, em função das movimentações tectônicas criou-se a Cordilheira dos Andes e depois a formação do Planalto da Bodoquena. Com águas ricas em minerais (bicarbonato de cálcio e bicarbonato de magnésio), provenientes do calcário, sendo uma rocha abundante na região.



As cavernas em Bonito são úmidas, sendo que algumas possuem lagos em seu interior. Há também formas curiosas que descem dos tetos das mesmas, assim como outras formas nas partes de baixo. Em geral são escuras, sendo a casa de pequenos seres, dentre eles, os morcegos, que possuem um papel fundamental na disseminação de sementes, assim como um transportador de alimento para dentro das cavernas, proporcionando o início da cadeia alimentar nas mesmas. Entrar em uma caverna se torna um obstáculo pois elas não foram feitas para a ocupação humana, mas algumas possuem acesso fácil. Mesmo assim caminhar dentro de uma caverna popr só e sem um guia pode acarretar danos no interior das cavernas. Detalhe: as cavernas são de propriedade federal.



[editar] Hidrografia

Os rios da região tem origem em rochas calcáreas. Em Bonito os rios possuem características peculiares: são rios transparentes. E essa transparência impressiona os visitantes. Muitas pessoas atribuem isso a conservação ambiental proveniente da pouca ocupação humana. Mas o motivo real para os rios locais terem águas cristalinas está na geologia: na região há muitas rochas, principálmente o calcário, cuja procedência vem do fundo do mar. Os principais rios são: Formoso, Prata, Perdido, Mimoso, Peixe, Ahumas, Olaria e Miranda.



Nas regiões mais montanhosas de Bonito, estas águas vão descendo pelos morros. Ao encontrarem algum obstáculo, o cálcio que estava na água precipita. Pouco a pouco se forma uma queda e, em alguns anos, temos uma cachoeira. Bonito possui cachoeiras com características peculiares: são cachoeiras de tamanho reduzido, com volume de água também reduzido. Há momentos em que essas cachoeiras aumentam de tamanho. Outra peculiaridade, além de cachoeiras, são as plantas que crescem sobre elas. O que faz o visitante ter a impressão que as cachoeiras estão vivas.



[editar] Economia

A economia do município é baseada no Turismo, Pecuária , Agricultura e Mineração.



[editar] Turismo

Ver artigo principal: Turismo em Bonito



Snorkeling em Bonito, na Serra da BodoquenaPólo do ecoturismo em nível mundial, suas principais atrações são as paisagens naturais, os mergulhos em rios de águas transparentes, cachoeiras, grutas, cavernas e dolinas. É a principal atividade da região[7] há muito tempo, além de estar em constante evolução buscando a interferência mínima na natureza. Bonito reúne um conjunto de equipes, empresas, ONGs e órgãos governamentais que buscam organizar e coordenar o ecoturismo, visando sempre a sustentabilidade local e a conservação da natureza. A cidade tem seu próprio gestor de turismo, o Bonito Convention & Visitors Bureau.



As agências da cidade organizam passeios para todo tipo de público, como o mergulho da superfície ou flutuação, rapel, passeios a pé e a cavalo, que permitem conhecer suas atrações naturais e o cotidiano das fazendas. Nos roteiros culturais, conhece-se as lendas, músicas e costumes regionais. É o centro da prática de esportes na natureza, oferecendo grande número de atividades em diferentes atrativos, como:



Gruta do Lago Azul: foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN, sendo inscrita em três dos quatro livros do Tombo, o etnográfico, paisagístico e arqueológico.

Rio Sucuri.

Gruta de São Miguel.

Abismo Anhumas: caverna com acesso apenas com rapel e também possui um lago para mergulho e flutuação.

Lagoa Misteriosa: Situada no município de Jardim, a 42 km de Bonito, dolina de cerca de setenta metros de profundidade que possui uma lagoa no fundo. Uma lagoa de águas azuis impressionante. A visibilidade da água passa de 40 metros. Megulhadores profissionais já desceram a mais de 220 metros de profundidade nesta lagoa e não encontraram fundo. As suas águas vem de fontes subterrâneas, ela circulam lentamente.

Aquário Natural - Baia Bonita

Rio do Peixe

Boca da Onça Ecotur

Passeio de Bote no Rio Formoso

Boia Cross

Arvorismo

Cavalgada

Mergulho com cilindro

Observação de aves