quinta-feira, 8 de abril de 2010
André não acredita na saída de Valter Pereira do PMDB
André Puccinelli (PMDB) não acredita que o senador Valter Pereira possa deixar o partido para se filiar a outras legendas. O próprio filho do senador, Beto Pereira (que é prefeito de Terenos e presidente da Assomasul), informou nesta manhã ao Campo Grande News que Valter analisa várias possibilidades, inclusive a de se filiar ao PSB e ganhar o comando do partido em Mato Grosso do Sul.“Não acredito. Ele desdiria uma história de 40 anos dentro do PMDB”, declarou, durante evento na Governadoria.Puccinelli disse que é normal que Valter Pereira receba convites de outras siglas, já que é uma grande liderança política em Mato Grosso do Sul e não poderá disputar a reeleição.Isso porque ele disputou prévias internas do PMDB e foi derrotado pelo deputado federal Waldemir Moka.Segundo o governador, Valter Pereira terá total abertura dentro do PMDB para desenvolver qualquer outro projeto político, inclusive disputar uma vaga de deputado federal.Porém, esta possibilidade está praticamente descartada pelo senador. “Sair para federal é o que ele menos cogita”, informou o filho, Beto Pereira.
André não acredita na saída de Valter Pereira do PMDB
André Puccinelli (PMDB) não acredita que o senador Valter Pereira possa deixar o partido para se filiar a outras legendas. O próprio filho do senador, Beto Pereira (que é prefeito de Terenos e presidente da Assomasul), informou nesta manhã ao Campo Grande News que Valter analisa várias possibilidades, inclusive a de se filiar ao PSB e ganhar o comando do partido em Mato Grosso do Sul.“Não acredito. Ele desdiria uma história de 40 anos dentro do PMDB”, declarou, durante evento na Governadoria.Puccinelli disse que é normal que Valter Pereira receba convites de outras siglas, já que é uma grande liderança política em Mato Grosso do Sul e não poderá disputar a reeleição.Isso porque ele disputou prévias internas do PMDB e foi derrotado pelo deputado federal Waldemir Moka.Segundo o governador, Valter Pereira terá total abertura dentro do PMDB para desenvolver qualquer outro projeto político, inclusive disputar uma vaga de deputado federal.Porém, esta possibilidade está praticamente descartada pelo senador. “Sair para federal é o que ele menos cogita”, informou o filho, Beto Pereira.
Delcídio fica sabendo por Collor sobre reunião com PT
O senador Delcídio do Amaral (PT) foi informado pelo senador Fernando Collor (PTB-AL) sobre reunião com lideranças políticas de Mato Grosso do Sul a respeito do processo sucessório local.Participaram das conversações o ex-governador Zeca do PT e o deputado federal Dagoberto Nogueira (PDT), pré-candidato ao
Senado.Via Twitter, Delcídio brincou com a situação, que demonstra claramente a falta de sintonia interna no PT.“Informou-me o senador Collor que eu participaria de reunião política sobre MS em seu gabinete. Ninguém mais me avisou. Levei falta”, detalhou Delcídio.Em contato com o Campo Grande News, Dagoberto tentou minimizar a situação, afirmando que o encontro com Collor foi informal.“Encontramos com ele meio que por acaso, não foi uma reunião para resolver nada sobre a aliança com o PTB, até porque quem está mexendo com isso é o Roberto Jefferson”, disse.Na prática, Zeca e Dagoberto estão em Brasília tentando desfazer o acordo que já teria sido firmado entre a cúpula regional do PTB e o governador André Puccinelli (PMDB).Dagoberto disse que se isso realmente acontecer, candidatos a deputado federal e estadual, além de lideranças petebistas, deixarão o partido.“Os candidatos saem, sai o Italivinho (Italívio Coelho Neto), o Chico Maia, o Zelito (Ribeiro) e um monte de gente que ia se candidatar”, detalhou.Zeca diz ter mantido encontros com várias lideranças partidárias em Brasília, mas não informa com quais para, segundo ele, não atrapalhar as negociações.Crise – Lideranças do PT reclamaram recentemente da falta de sintonia entre Zeca e Delcídio e cobraram uma agenda conjunta entre as principais estrelas do partido.O presidente regional da sigla, Marcus Garcia, se reuniu com os dois e informou que começariam em breve a cumprir alguns compromissos juntos. Entretanto, o que se vê é que a tão esperada sintonia ainda não se deu.Tanto líderes do PMDB quanto do PT já confirmaram, inclusive, a possibilidade de eleição casada entre Delcídio e o deputado Waldemir Moka, que também disputará o Senado.O fato afasta cada vez mais Delcídio de Zeca, que defende o nome de Dagoberto ao Senado.
Senado.Via Twitter, Delcídio brincou com a situação, que demonstra claramente a falta de sintonia interna no PT.“Informou-me o senador Collor que eu participaria de reunião política sobre MS em seu gabinete. Ninguém mais me avisou. Levei falta”, detalhou Delcídio.Em contato com o Campo Grande News, Dagoberto tentou minimizar a situação, afirmando que o encontro com Collor foi informal.“Encontramos com ele meio que por acaso, não foi uma reunião para resolver nada sobre a aliança com o PTB, até porque quem está mexendo com isso é o Roberto Jefferson”, disse.Na prática, Zeca e Dagoberto estão em Brasília tentando desfazer o acordo que já teria sido firmado entre a cúpula regional do PTB e o governador André Puccinelli (PMDB).Dagoberto disse que se isso realmente acontecer, candidatos a deputado federal e estadual, além de lideranças petebistas, deixarão o partido.“Os candidatos saem, sai o Italivinho (Italívio Coelho Neto), o Chico Maia, o Zelito (Ribeiro) e um monte de gente que ia se candidatar”, detalhou.Zeca diz ter mantido encontros com várias lideranças partidárias em Brasília, mas não informa com quais para, segundo ele, não atrapalhar as negociações.Crise – Lideranças do PT reclamaram recentemente da falta de sintonia entre Zeca e Delcídio e cobraram uma agenda conjunta entre as principais estrelas do partido.O presidente regional da sigla, Marcus Garcia, se reuniu com os dois e informou que começariam em breve a cumprir alguns compromissos juntos. Entretanto, o que se vê é que a tão esperada sintonia ainda não se deu.Tanto líderes do PMDB quanto do PT já confirmaram, inclusive, a possibilidade de eleição casada entre Delcídio e o deputado Waldemir Moka, que também disputará o Senado.O fato afasta cada vez mais Delcídio de Zeca, que defende o nome de Dagoberto ao Senado. Delcídio retoma atividades após se recuperar da dengue

Após 14 dias de tratamento contra a dengue – quatro deles internado no hospital El Kadri, em Campo Grande –, o senador Delcídio do Amaral (PT/MS) viajou nesta segunda-feira para Brasília, onde retoma as atividades parlamentares.Ele já começa a semana com várias reuniões agendadas nas comissões de Infraestrutura, Agricultura e Assuntos Econômicos.O foco agora é o projeto que regula a exploração do petróleo da camada de pré-sal no litoral brasileiro. Delcídio é relator da proposta que fixa as regras para capitalizar a estatal, de acordo com o plano plurianual de investimentos."Aproveitei alguns dias em que, por determinação médica, fiquei de repouso em casa, para começar a trabalhar no relatório. Agora, vamos acelerar o passo para concluir o texto o mais rápido possível", detalhou.Na agenda do senador, esta semana, estão reuniões em vários ministérios, a fim de tratar da liberação de recursos para os municípios de Mato Grosso do Sul.
Zeca inaugura comitê e diz que trabalhismo une PT e PTB
Ao inaugurar, nesta tarde, seu comitê de pré-campanha o ex-g
overnador Zeca do PT, pré-candidato ao governo de Mato Grosso do Sul, afirmou que quer o PTB como aliado porque a legenda, assim como o PT, tem compromisso com o trabalhador. “Os dois partidos são historicamente ligados ao trabalhismo”, afirmou Zeca. Ele reafirmou que está procurando negociar o apoio diretamente com o presidente do PTB, o ex-deputado Federal Roberto Jefferson, e negou que isso signifique estar “atropelando” a direção local petebista.Zeca disse que já conversou com a executiva regional e que agora partirá para uma nova etapa da discussão, buscando o apoio nacional.Ele falou também da negociação com o PTB local, dizendo que já ofereceu à legenda a vaga para o candidato a vice-governador e também a participação no governo, em forma de secretarias.O governador disse não ter conversado sobre apoio financeiro para estrutura de campanha, embora considere essa uma discussão normal quando o assunto são alianças para a disputa eleitoral.Zeca voltou a elogiar o suplente de senador Antônio João Hugo Rodrigues, que é do PTB, e afirmou que gostaria que ele permanecesse na suplência do senador Delcídio do Amaral.
overnador Zeca do PT, pré-candidato ao governo de Mato Grosso do Sul, afirmou que quer o PTB como aliado porque a legenda, assim como o PT, tem compromisso com o trabalhador. “Os dois partidos são historicamente ligados ao trabalhismo”, afirmou Zeca. Ele reafirmou que está procurando negociar o apoio diretamente com o presidente do PTB, o ex-deputado Federal Roberto Jefferson, e negou que isso signifique estar “atropelando” a direção local petebista.Zeca disse que já conversou com a executiva regional e que agora partirá para uma nova etapa da discussão, buscando o apoio nacional.Ele falou também da negociação com o PTB local, dizendo que já ofereceu à legenda a vaga para o candidato a vice-governador e também a participação no governo, em forma de secretarias.O governador disse não ter conversado sobre apoio financeiro para estrutura de campanha, embora considere essa uma discussão normal quando o assunto são alianças para a disputa eleitoral.Zeca voltou a elogiar o suplente de senador Antônio João Hugo Rodrigues, que é do PTB, e afirmou que gostaria que ele permanecesse na suplência do senador Delcídio do Amaral.Sem Delcídio, Zeca e Dagoberto percorrem cidades de MS
Pré-candidatos a governador e a senador, respectivamente, Zeca do PT e o deputado federal Dagoberto Nogueira (PDT) realizam, de hoje até sábado, uma série de reuniões com lideranças políticas da região norte do Estado. O outro pré-candidato na chapa, o senador Delcídio do Amaral (PT) não participará da ofensiva política.Segundo a assessoria, Dagoberto e Zeca participam hoje à noite de uma reunião em Sonora. Eles estão se articulando com lideranças municipais e promovendo atos políticos para mostrar a força da oposição nas eleições deste ano.Os dois ainda participarão de atos em Pedro Gomes, Alcinópolis, Coxim, Rio Verde do Mato Grosso e São Gabriel do Oeste. A mobilização não contará com a outra principal liderança petista. No mês passado, o presidente regional do PT, Marcus Garcia, havia anunciado que a partir deste mês, Zeca e Delcídio participariam de ações políticas junto.Na ocasião, o ex-governador afirmou que não pretendia atrapalhar a agenda do senador, que tem compromissos em Brasília e previu o início de atividades com Delcídio só em julho, após as convenções partidárias.
Sem Delcídio, Zeca e Dagoberto percorrem cidades de MS
Pré-candidatos a governador e a senador, respectivamente, Zeca do PT e o deputado federal Dagoberto Nogueira (PDT) realizam, de hoje até sábado, uma série de reuniões com lideranças políticas da região norte do Estado. O outro pré-candidato na chapa, o senador Delcídio do Amaral (PT) não participará da ofensiva política.Segundo a assessoria, Dagoberto e Zeca participam hoje à noite de uma reunião em Sonora. Eles estão se articulando com lideranças municipais e promovendo atos políticos para mostrar a força da oposição nas eleições deste ano.Os dois ainda participarão de atos em Pedro Gomes, Alcinópolis, Coxim, Rio Verde do Mato Grosso e São Gabriel do Oeste. A mobilização não contará com a outra principal liderança petista. No mês passado, o presidente regional do PT, Marcus Garcia, havia anunciado que a partir deste mês, Zeca e Delcídio participariam de ações políticas junto.Na ocasião, o ex-governador afirmou que não pretendia atrapalhar a agenda do senador, que tem compromissos em Brasília e previu o início de atividades com Delcídio só em julho, após as convenções partidárias.
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