sexta-feira, 9 de abril de 2010

Tucanos sentem 'vergonha' do governo FHC, diz Dilma

A pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, disse hoje que a oposição evita comparar os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e de Fernando Henrique Cardoso por sentir vergonha da gestão do tucano. "Eu preciso comparar. Eu vou fazer o quê? Eu vou fingir que não participei do governo Lula porque os outros têm vergonha de ter participado do governo FHC? Não posso. É subestimar a inteligência do povo", afirmou a ministra, em entrevista concedida por telefone, de Brasília, para a Rádio Capital, de São Paulo.
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Para Dilma, a atuação de Lula à frente do País faz parte do "patrimônio" do PT e de seu próprio patrimônio. "A minha biografia se confunde com o governo Lula. Terei orgulho de contar para meu neto, que vai nascer em setembro, que fiz parte desse momento", disse. "Eles (oposição) têm de apresentar o patrimônio deles. Se eles têm vergonha do governo Fernando Henrique, eles têm lá seus motivos."
A ex-ministra discordou da afirmação feita ontem por Lula de que a eleição presidencial deste ano será "fácil". "Toda eleição é difícil. Somos guerreiros. Vamos brigar até o último momento." Para a pré-candidata, no entanto, o PT nunca esteve tão "preparado e amadurecido". "Nosso patrimônio, tudo o que fizemos de bem para o povo brasileiro, torna nossa caminhada mais fácil."
Apelidada de "mãe do PAC" por Lula, Dilma disse que, se eleita, será "mãe, irmã, companheira" de todos os brasileiros. "O governo tem de olhar para todo o Brasil, com olho de mãe, porque mãe cuida, mãe protege." A petista afirmou que o presidente teria papel de "conselheiro" em seu governo. "Meu projeto tem um líder, que se chama Luiz Inácio Lula da Silva."
Lula, contou Dilma, está empenhado agora em torná-la uma torcedora do Corinthians. A ex-ministra torce para o Atlético Mineiro e para o Internacional. "Sou mineira e gaúcha", justificou. "Mas o presidente é uma pessoa sedutora e com imensa capacidade de convencimento. Estou com um pezinho na torcida corintiana."
Comparação
Durante os 40 minutos de entrevista, Dilma insistiu na comparação entre as gestões petista e tucana e argumentou que isso não a impede de olhar para o futuro. "Somos capazes de avançar porque já mostramos do que somos capazes."
A petista classificou como "crisezinha" a turbulência econômica ocorrida durante o governo de Fernando Henrique. "Eles pegaram uma crisezinha. Nós pegamos a maior crise depois de 1929." Para Dilma, o Brasil superou a crise de 2009 porque tinha reservas e "não deixava mais o Fundo Monetário Internacional (FMI) mandar na nossa política interna".
Ela voltou a diferenciar o racionamento de energia ocorrido na administração de FHC com o blecaute do governo Lula e disse que o País não corre risco de ficar sem energia. "Hoje, posso assegurar: o Brasil tem energia suficiente e de sobra para crescer. Isso deixou de ser problema quando nós começamos a planejar, gerir e fazer obras", afirmou. "Racionamento, ou seja, apagão, dura oito meses. Desligamento ou blecaute é recomposto em cerca de uma hora."
Dilma negou que o Bolsa Família seja uma compilação de programas criados por FHC e afirmou que os investimentos na área do governo anterior eram insuficientes. "Antes faziam esses programas com pouco recurso, então não dava para ninguém. Uma dona de casa com quatro filhos ou comprava comida ou botijão de gás ou pagava passagem de ônibus", disse. "Nós colocamos muito mais dinheiro."
A pré-candidata tomou para o governo federal a paternidade de projetos, com verba da União, que se tornaram bandeiras políticas do presidenciável do PSDB, o ex-governador paulista, José Serra. "O Rodoanel foi feito com participação do governo federal. No Trecho Sul colocamos R$ 1,2 bilhão. Foi uma parceria com o governo do Estado", disse. Em outro trecho da entrevista, citou o Rodoanel como exemplo das realizações da gestão Lula.
Dilma fez questão de destacar o investimento de R$ 335 bilhões dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) destinado a São Paulo e lembrou que, dentro do PAC 2, há R$ 11 bilhões previstos para a prevenção de enchentes. "São Paulo levou o maior volume de recursos do PAC. Fizemos obras caríssimas."

Jardim, vizinha de Bonito

Com Bonito, no Mato Grosso do Sul, ficando cada vez mais badalado, quem prefere umas férias mais calmas tem uma bela alternativa: Jardim. O município fica ao sul de Bonito e compartilha com o vizinho a riqueza natural incomparável.

O Buraco das Araras é uma depressão natural com 126m de profundidade e 500m de circunferência. Há mirantes para o turista vislumbrar seu interior e trilhas para passeios ecológicos. O principal atrativo, é claro, são as araras que vivem sobrevoando o local ou empoleiradas nas árvores do buraco.Uma das atividades mais procuradas pelos turistas é a flutuação. Jardim tem vários rios de águas cristalinas e com muitos peixes. Uma boa opção é o Recanto Ecológico Rio da Prata. Agências locais podem programar as visitas, limitadas a 130 pessoas por dia. Ali o turista pode fazer boas trilhas pela mata ciliar e depois da caminhada se refrescar nas verdes águas platinas.Para completar, Jardim possui balneários ideais para famílias. Eles oferecem infra-estrutura com quiosques, restaurantes, sanitários, churrasqueiras e ao mesmo tempo promovem a aproximação do visitante com a natureza, por meio de trilhas, mergulhos, observação de fauna e flora e tirolesas.A vocação turística da cidade é fortíssima, o que faz com que os passeios sigam cuidadosos planos de preservação. Muitos passeios exigem agendamento com antecedência, têm horários definidos para visitação e limite de pessoas por dia.

DEM pede apoio de Trad em troca de espaço em Dourados

A cúpula do DEM se reúne hoje com o prefeito Nelsinho Trad (PMDB) para pedir apoio ao projeto político do BDR (Bloco Democrático Reformista), que é eleger Murilo Zauith senador em outubro deste ano.Nelsinho não informou o local e nem o horário do encontro. Adiantou apenas que telefonaria para os principais líderes do partido, para marcar a reunião, assim que deixasse o Ondara Eventos, onde foi realizada a entrega do prêmio “Prefeito Empreendedor”, hoje cedo.Murilo tenta se cercar de todas as garantias possíveis para disputar o Senado com reais possibilidades de vitória. O democrata quer que Nelsinho faça sua campanha na região de Campo Grande. Em troca, como diz saber dos planos do prefeito de disputar o governo nas eleições de 2014, oferece espaço para a inserção política de Nelsinho em Dourados, segundo maior colégio eleitoral de Mato Grosso do Sul.Além do apoio de Nelsinho, Murilo está buscando outras garantias para se candidatar ao Senado. O governador André Puccinelli (PMDB) chegou a oferecer uma vaga no TCE (Tribunal de Contas do Estado) e o comando da principal secretaria estadual (Casa Civil) ou de Planejamento, no caso de derrota.Após todas essas garantias, até mesmo os companheiros de Murilo começaram a pressionar para que ele aceite a disputa pelo Senado.“Se ele ver lá na frente que os companheiros não estão pedindo votos pra ele, que há traição, é só abandonar o barco, jogar a toalha, que assim a composição fica desmoralizada”, disse um dos líderes do bloco.“É preciso confiar no que o governador está prometendo, ele está sendo companheiro. O Murilo tem que dizer que é candidato e começar a se mobilizar, só depende dele”, continuou.Os democratas chegaram a convidar a primeira-dama de Campo Grande, Maria Antonieta Amorim Trad, para ser suplente de Murilo. Entretanto, o convite chegou tarde. Ela já havia sido convidada para a suplência de Moka. E aceitou.Murilo tem se reunido constantemente com o governador para tratar de sua candidatura. Ele quer um nome com “o DNA” de Puccinelli em sua suplência, como garantia de apoio.Antonieta, Edson Giroto e Carlos Marun já estão descartados. O nome da ex-secretária Tânia Garib foi oferecido a Murilo, mas ele não se decidiu.O democrata tem até junho para decidir se disputa ou não o Senado nas eleições de outubro deste ano.

DEM pede apoio de Trad em troca de espaço em Dourados

A cúpula do DEM se reúne hoje com o prefeito Nelsinho Trad (PMDB) para pedir apoio ao projeto político do BDR (Bloco Democrático Reformista), que é eleger Murilo Zauith senador em outubro deste ano.Nelsinho não informou o local e nem o horário do encontro. Adiantou apenas que telefonaria para os principais líderes do partido, para marcar a reunião, assim que deixasse o Ondara Eventos, onde foi realizada a entrega do prêmio “Prefeito Empreendedor”, hoje cedo.Murilo tenta se cercar de todas as garantias possíveis para disputar o Senado com reais possibilidades de vitória. O democrata quer que Nelsinho faça sua campanha na região de Campo Grande. Em troca, como diz saber dos planos do prefeito de disputar o governo nas eleições de 2014, oferece espaço para a inserção política de Nelsinho em Dourados, segundo maior colégio eleitoral de Mato Grosso do Sul.Além do apoio de Nelsinho, Murilo está buscando outras garantias para se candidatar ao Senado. O governador André Puccinelli (PMDB) chegou a oferecer uma vaga no TCE (Tribunal de Contas do Estado) e o comando da principal secretaria estadual (Casa Civil) ou de Planejamento, no caso de derrota.Após todas essas garantias, até mesmo os companheiros de Murilo começaram a pressionar para que ele aceite a disputa pelo Senado.“Se ele ver lá na frente que os companheiros não estão pedindo votos pra ele, que há traição, é só abandonar o barco, jogar a toalha, que assim a composição fica desmoralizada”, disse um dos líderes do bloco.“É preciso confiar no que o governador está prometendo, ele está sendo companheiro. O Murilo tem que dizer que é candidato e começar a se mobilizar, só depende dele”, continuou.Os democratas chegaram a convidar a primeira-dama de Campo Grande, Maria Antonieta Amorim Trad, para ser suplente de Murilo. Entretanto, o convite chegou tarde. Ela já havia sido convidada para a suplência de Moka. E aceitou.Murilo tem se reunido constantemente com o governador para tratar de sua candidatura. Ele quer um nome com “o DNA” de Puccinelli em sua suplência, como garantia de apoio.Antonieta, Edson Giroto e Carlos Marun já estão descartados. O nome da ex-secretária Tânia Garib foi oferecido a Murilo, mas ele não se decidiu.O democrata tem até junho para decidir se disputa ou não o Senado nas eleições de outubro deste ano.
A ex-prefeita de Três Lagoas Simone Tebet (PMDB) disse nesta sexta-feira que aceitou ser candidata a vice-governadora na chapa de André Puccinelli (PMDB) sem impor nenhuma condição. Segundo ela, não foi negociado a candidatura do marido, Eduardo Rocha. Também não foi discutido se ela poderá assumir alguma secretaria, em caso de vitória nas eleições de outubro.Em visita ao Campo Grande News, Simone disse que aceitou o convite por acreditar nos valores defendidos pelo governador André Puccinelli.Ela contou que Puccinelli pediu para ela ser candidata à vice para “humanizar” a chapa dele. A oposição costuma dizer que ele é um homem “truculento”, pela maneira objetiva e severa de trabalho. Além disso, Simone se define como uma pessoa “fria” no que se refere a “arte de fazer política”. “Não deixo a emoção superar a razão. Politicamente sou extremamente equilibrada. Isso me dá tranquilidade. Só deixo a emoção se sobressair quando há um drama humano; em política não”, disse.Para Simone, a chapa ideal teria o vice-governador Murilo Zauith (DEM) como 2º candidato a senador, completando a composição que conta com Puccinelli para o governo; ela vice; e Waldemir Moka (PMDB) como 1º candidato ao Senado.“É importante Dourados ser prestigiado. Vamos fazer dois senadores. O que falta é representante majoritário federal. Tem deputado federal, mas não tem senador”, afirmou.Filha do falecido senador Ramez Tebet, Simone evita falar nas eleições de 2014, por considerar um atropelo, mas conta que ainda pensa em “concluir o mandato do pai” em uma futura eleição. “Se o André não for candidato a senador, meu projeto é 100% Senado”, disse.Ela sabe que muita coisa vai acontecer até 2014. Simone não descarta a possibilidade de disputar o governo do Estado, mas diz que o candidato ideal para as eleições daquele ano hoje é o prefeito Nelson Trad Filho (PMDB).

Nelsinho diz que suplente de Murilo será ligado aos Trad

O prefeito da Capital, Nelson Trad Filho (PMDB), indicará um suplente para o vice-governador Murilo Zauith (DEM), mas não será necessariamente da família dele (Trad). “Vai ser ligado a mim, mas não vai ser necessariamente da família”, explicou Nelsinho A tendência é justamente de que o suplente não seja um Trad, apurou o Campo Grande News. A primeira-dama de Campo Grande, Antonieta Trad, já havia sido escolhida suplente do candidato Waldemir Moka (PMDB).Hoje, o deputado estadual Marcos Trad (PMDB) confirmou que disputará a reeleição. O ex-presidente da OAB/MS Fábio Trad (PMDB) quer uma cadeira na Câmara dos Deputados. E o patriarca, deputado federal Nelson Trad (PMDB), já havia declarado a intenção de se aposentar da política.Nesta sexta-feira, Nelsinho afirmou que irá apoiar Murilo Zauith e Waldemir Moka com a mesma dedicação e entusiasmo e que a dobradinha para o Senado será “Moka-Murilo”. “Ele (o democrata) vai dar apoio ao Moka em Dourados e o Moka a ele em outras regiões”, disse.Em 2010, duas vagas ao Senado por Mato Grosso do Sul estão em disputa. Cada eleitor terá direito a escolher dois candidatos ao cargo.Nelsinho também afirmou que ainda não sabe se irá coordenar a campanha de Murilo. Ele precisa estudar se será possível conciliar o tempo entre administrar Campo Grande e comandar a campanha.

Nelsinho diz que suplente de Murilo será ligado aos Trad

O prefeito da Capital, Nelson Trad Filho (PMDB), indicará um suplente para o vice-governador Murilo Zauith (DEM), mas não será necessariamente da família dele (Trad). “Vai ser ligado a mim, mas não vai ser necessariamente da família”, explicou Nelsinho A tendência é justamente de que o suplente não seja um Trad, apurou o Campo Grande News. A primeira-dama de Campo Grande, Antonieta Trad, já havia sido escolhida suplente do candidato Waldemir Moka (PMDB).Hoje, o deputado estadual Marcos Trad (PMDB) confirmou que disputará a reeleição. O ex-presidente da OAB/MS Fábio Trad (PMDB) quer uma cadeira na Câmara dos Deputados. E o patriarca, deputado federal Nelson Trad (PMDB), já havia declarado a intenção de se aposentar da política.Nesta sexta-feira, Nelsinho afirmou que irá apoiar Murilo Zauith e Waldemir Moka com a mesma dedicação e entusiasmo e que a dobradinha para o Senado será “Moka-Murilo”. “Ele (o democrata) vai dar apoio ao Moka em Dourados e o Moka a ele em outras regiões”, disse.Em 2010, duas vagas ao Senado por Mato Grosso do Sul estão em disputa. Cada eleitor terá direito a escolher dois candidatos ao cargo.Nelsinho também afirmou que ainda não sabe se irá coordenar a campanha de Murilo. Ele precisa estudar se será possível conciliar o tempo entre administrar Campo Grande e comandar a campanha.