segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

CONSTRUÇÃO DO MULTIPLO-USO DE ROCHEDO

A construção de Centro Multiplo-Uso no municipio de Rochedo, foi colocada uma placa desde final de Junho de 2010 com inicio da obra em Julho de 2010 e termino em outubro de 2010. Nós já estamos em Fevereiro  do ano de 2011. Porque tanta demora é a pergunta que estou fazendo se o dinheiro já está empenhado? Não consigo entender, porque já possui o Contrato de Repasse e Convênio Nº 0267.076-44/2008 que é uma emenda realizada pelo Sr. Excelentissimo Senador Delcidio do Amaral que é do ano de 2008 ainda não construiram?Será que é tão dificil realizar uma licitação? Se o dinheiro já está empenhado então porque ficar parado? Existe uma planilha que o Processo Licitario está em fase inicio. Como se uma obra que possui inicio em Julho de 2010 e termino em Outubro de 2010 pode estar ainda em Processo Licitação? Como pode uma emenda parlamentar de 2008 ainda não estar pronta? Valor do Projeto R$ 150.800,00. Valor do Concedente     R$ 146.250,00 e valor contra partida de 4.550,00.

 



terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Mendigo cantor mostra talento pelas ruas de Campo Grande

No centro da Capital de Mato Grosso do Sul, uma voz chama a atenção. E não é dos vendedores procurando clientes ou dos carros de som anunciando promoções e novidades. Um mendigo, em cima de seu caixote, entoa clássicos nacionais e internacionais e encanta pela força do “gogó”.

O leitor Neiro Quesmar enviou ao Campo Grande News um vídeo de Mario Dipapidis que, apesar do nome, é brasileiro.
Nascido em São Paulo há 58 anos, Mario tem formação superior, mas não disse qual o curso. Antes de chegar a Campo Grande há oito meses, o “mendigo cantor” morou na Grécia, e conhece Inglaterra e Espanha.
Ele trabalhava na indústria do pai falecido, mas não deu detalhes da vida antes de Campo Grande. “Não gosto de albergue, nem de droga, nem de cachaça”, enfatiza o talentoso morador de rua.
Mario tem dois CDs instrumentais gravados e ganhou um violão da Federação Espírita, no qual está escrito Brucy. Quem quiser conferir a performance do brasileiro com sobrenome grego, pode procurá-lo na Praça Ary Coelho ou na Praça Aquidauana.
O dono da voz grave e apreciador do repertório de rock, blues e MPB, Mario não contou sua trajetória de vida, dando apenas pequenos detalhes por onde passou, o que fez e para onde vai.

Além do violão, ele toca harpa, órgão e violino. Mario canta no vídeo abaixo sucessos dos Beatles (“And I love her”), Roberto Carlos (“Cavalgada”) e Led Zepellin (“Dazed and Confused”).

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Leitores do Midiamax filmam chuvarada na Capital

A chuva que castigou Campo Grande na tarde desta quinta-feira (6) foi registrada por leitores do Midiamax, que enviaram fotos de pontos alagados na região central da cidade.

Tem algum flagrante? Envie para nós
A leitora Val Reis clicou o rio Anhanduí transbordando nas proximidades do pontilhão da avenida Salgado Filho. A água invadiu a pista e os motoristas tiveram dificuldade em transitar no local.
Já o leitor Elvis Basílio enviou flagrante de Cláudio M., no momento em que fiscais de trânsito da Agetran ficaram ilhados no cruzamento da rua Chaadi Scaff com a Joaquim Murtinho. Os motoristas não puderam cruzar o "rio" que se formou na descida da Chaadi Scaff, e o tráfego permaneceu lento por cerca de 30 minutos.
Wilame registrou que, na rua das Garças, a chuva derrubou árvores e uma motocicleta que estava estacionada. Na rua Padre João Crippa com a Maracaju, a leitora Patrícia Albuquerque viu a chuva quase levar seu ateliê e o "carrinho novo".
Woldner de Carvalho registrou dois momentos: no primeiro, a água do rio Anhanduí quase transbordando na avenida Ernesto Geisel. Em outro, motociclista ilhado pela chuva.

No Parque Dallas, a chuva alagou uma casa e os moradores tiveram que a retirar a água de dentro do imovel. O flagrante é da leitora Eleida S. Arce Adamiski. Na região do Lago do Amor, a avenida Filinto Muller ficou intransitável, como registrou Rogério Nunes Nogueira. (Atualizada às 18h50)

Chuva em Campo Grande derruba árvores e inunda ruas, casas, carros, hospital e delegacia

Chuva que durou uns 35 minutos na tarde desta terça-feira provocou um caos no trânsito de Campo Grande e assustou os habitantes da cidade. A água inundou delegacia, uma ala da Santa Casa, maior hospital do município, derrubou muro de cemitério, deixou famílias ilhadas e intransitáveis os principais trechos das vias centrais.

No bairro Jockey Clube, região mais castigada, a enxurrada carregou móveis e utensílios. Lá, um morador usou seu Jet Ski para ajudar desabrigados nas partes alagadas.
Ainda no Jockey, uma família inteira teve de subir na laje da casa e lá ficou até o socorro do Corpo de Bombeiros.
Na casa, situada na rua das Hortências, a água, segundo a moradora de 1,60 metro de altura, atingiu seu peito. Ela, a mãe e os três filhos pequenos foram forçados a subir no telhado da casa e de lá saíram somente com a chegada do socorro. “Perdemos tudo”, disse o garotinho Paulo Vítor, de 11 anos. Nessa rua, dezenas de moradores tiveram suas casas invadidas pela água.
Perto dali, no bairro Marcos Roberto, a chuva também deixou os moradores apavorados. Além dos alagamentos, uma árvore caiu sobre a fiação da Enersul e deixou a região sem luz. “Aqui sempre é assim: toda chuva provoca estragos”, disse uma moradora.
Já na rua Roberto Mange, região da Vila Bandeirantes, dezenas de árvores caíram durante a chuva.
Na avenida Fernando Corrêa da Costa, via que corta a região central da cidade de ponta a ponta teve diversos trechos alagadas.
A água invadiu carros e os motoristas tiveram de contar com a ajuda dos bombeiros.
O prédio do Cepol (Centro Especializado de Polícias), na avenida Ceará, também foi atingido. A água invadiu as repartições e comprometeu o expediente dos servidores.
Na Santa Casa, o pronto-socorro do hospital, maior da cidade, ficou alagado. Os estragos afetaram também o shopping e um supermercado

Participaram da cobertura: Alessandra de Souza, Celso Bejarano, Eliane Souza, Hélder Rafael, Liziane Berrocal, Paulo Xavier, Priscilla Peres

domingo, 26 de dezembro de 2010

A VIOLENCIA NO RIO DE JANEIRO

Vitória contra o crime


O dia 28 de novembro já entrou para a história do combate ao crime no Rio de Janeiro. As forças de segurança - formadas pelas polícias Militar, Civil, Federal e Forças Armadas - tomaram o Complexo do Alemão praticamente sem resistência dos traficantes. O local era dominado pela facção criminosa Comando Vermelho. Durante a ocupação, policiais encontraram mais de 40 toneladas de drogas, centenas de veículos roubados e armas de grosso calibre. Os números dão uma idéia do tamanho do golpe sofrido pelo tráfico.

A seguir, entenda como começou a onda de violência no Rio de Janeiro e a reação do Estado.



 
 
 
 
 
 
 
 
 
Os ataques


Mais de 180 veículos foram incendiados por criminosos no Rio de Janeiro em uma semana. A onda de violência começou na tarde de domingo, 21 de novembro, com dois carros queimados na Linha Vermelha. A escalada do crime foi crescendo, com 25 veículos incendiados, 31 pessoas presas e 15 mortos somente na quarta-feira, 24 de novembro, o dia mais violento da ofensiva criminosa. Segundo a polícia, a ação dos traficantes foi motivada pela ocupação das favelas pelo Estado através das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).



O contra-ataque


A resposta do Estado para a onda de ataques promovida por traficantes veio com a união das forças de segurança do País. As Forças Armadas, a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal se uniram aos policiais civis e militares no combate ao crime. A vitória do Estado começou na sexta-feira, 26 de novembro, com a invasão da Vila Cruzeiro, na Penha. Cerca de 200 agentes do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) tomaram o morro que era comandado pelo Comando Vermelho. Porém, muitos traficantes conseguiram escapar da polícia e fugiram pela mata na direção do Complexo do Alemão, o próximo alvo das forças de segurança na retomada dos territórios no Rio de janeiro.


A tomada do Alemão


O cerco policial bloqueou os 44 acessos ao Complexo de Favelas do Alemão. Desde o dia 27 de novembro, todos que entravam e saíam do local eram revistados. Muitas pessoas foram vistas deixando a região com eletrodomésticos, camas e móveis empilhados em carros. Na manhã de domingo, 28 de novembro, às 8h, o rasante de um helicóptero da Polícia Militar indicava que a operação de tomada do Alemão tinha começado. Blindados da marinha subiam o morro retirando tudo que era obstáculo colocado pelos criminosos pra impedir a subida da polícia. Durante a tarde, as bandeiras do Brasil e do Rio de Janeiro foram hasteadas no alto do morro, próximo ao teleférico, simbolizando a conquista do território até então dominado pelo Comando Vermelho.

A fuga



Foi a prisão de um criminoso acusado de ser um dos chefes do tráfico na favela da Fazendinha, no

Complexo do Alemão, no dia 3 de dezembro, que confirmou a suspeita da polícia: traficantes fugiram pela rede de esgotos antes do início da operação no Alemão. Wellington Roberto de Oliveira, 26 anos, o Dedinho, disse aos policiais que, junto com outros bandidos, aproveitou as tubulações construídas por operários do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no Alemão para escapar. Dedinho foi preso quando tentava sair do Morro do Cajueiro, em Madureira


Golpe no tráfico


O prejuízo estimado dos traficantes com as operações na Vila Cruzeiro e depois no Complexo do Alemão, segundo a Polícia Militar, ultrapassa os R$ 100 milhões. Segundo balanço da Secretaria de Segurança do Rio de Janeiro, foram apreendidas 518 armas de diversos calibres, incluindo 140 fuzis, 35 metralhadoras e 3 bazucas. Ente o material, metralhadoras antiaéreas ponto 50, jamais aprendida no Estado, e, que, de acordo com a polícia, pode derrubar até helicópteros. Também foram encontradas 33,8 t de maconha, 333,9 kg de cocaína e 54 kg de crack, entre outras drogas. Segundo a Polícia Civil, 118 pessoas foram presas e 21 apreendidas.



"Todo esse material impunha escravidão e a mordaça pelo fuzil. Isso acabou. Não vencemos a guerra, mas vencemos a batalha e podemos acreditar em dias melhores", disse o Secretário Estadual de Segurança, José Mariano Beltrame.


sábado, 25 de dezembro de 2010

Flamengo aguarda viagem de Assis para fechar com Ronaldinho

Embora o presidente do Grêmio, Paulo Odone, tenha declarado já ter acertado com Ronaldinho Gaúcho, a diretoria do Flamengo não desistiu da contratação do jogador. Após reativar o projeto para trazer o camisa 80 do Milan e apresentar uma oferta, com suporte da Traffic, de R$ 1 milhão mensais de salário, o clube aguarda a viagem de Assis, irmão e procurador do atleta, a Milão, após as festas de fim de ano para resolver a situação.

Além do Grêmio, o Flamengo enfrenta apenas no Brasil a concorrência de Palmeiras e Santos. Enquanto há os festejos de fim de ano, uma novidade é improvável. No entanto, Ronaldinho e Assis passarão o Réveillon no Rio, assim como Adriano Galliani, vice-presidente do Milan.

Após correria das compras, Campo Grande tem sábado de Natal chuvoso e quieto

Quem andou na sexta-feira (24) pelo centro de Campo Grande e passa no local agora, neste sábado (25) de Natal, tem a impressão de estar em outra cidade. A correria das compras de final de ano deram lugar à calmaria e silêncio. O trânsito caótico e lento deu lugar a ruas vazias e poucos veículos.

"O Natal de Campo Grande sempre foi assim. Como aqui tem muita gente de fora, boa parte das pessoas passa as festas com a família no interior. A correria sempre dura só até a noite do Natal", diz Amélia de Lima, que tem 68 anos e mora próximo ao centro comercial de Campo Grande há 22 natais.
Na periferia, além do movimento díminuído pelo feriado, boa parte das pessoas ainda dormia no meio da manhã embaladas pela festança com exageros na ceia natalina.
"Hoje todo mundo acorda mais tarde, porque ficam até a madrugada com a família. De meia-noite até umas 3 da manhã foi o maior movimento, porque tinha muita gente voltando para casa depois de jantar com parentes", explica Antônio Carlos da Silva Neto, 28 anos, que catava latinhas nesta manhã nas ruas vazias do bairro Santo Amaro, um dos mais populosos de Campo Grande.

Para a tarde, após os efeitos da ressaca ou dos exageros de Natal passarem, os programas para quem está em Campo Grande incluem as alternativas de sempre.
Almoço em família: Programa oficial
Com poucas alternativas de lazer, a população campo-grandense acabou criando uma tradição própria: o almoço em família deixa de ser apenas um evento social e se torna opção de lazer. "A gente se junta pra comer, jogar conversa fora e bebemorar. O que o carioca faz na praia, a gente aqui faz no quintal da casa dos parentes", simplifica Leonir Flores, 36 anos, enquanto dirigia levando a família toda para casa de um irmão.
A praça de alimentação e o cinema do Shopping Campo Grande atendem normalmente. As lojas permanecerão fechadas e reabrem somente na segunda-feira (27) e o comércio na região central continua como está: fechado e silencioso.




Nos altos da avenida Afonso Pena continuam as atrações da Cidade do Natal, mas logo mais devem começar, caso a chuva diminua, as reuniões de amigos que se juntam para ouvir música, dançar, tomar tereré ou beber.